terça-feira, 23 de setembro de 2008

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Dicas de Autobiografia. Como fazer?

Autobiografia
Como contar a sua própria vida
Alfredina Nery *Especial para a Página 3 Pedagogia e Comunicação

Se biografia é a história da vida de alguém (já que bio é vida e grafia é texto, escrita), o que você imagina ser autobiografia? O prefixo auto quer dizer "a si mesmo", logo o termo se refere à história da própria vida. Leia a apresentação que faz de si mesmo o escritor de livros infantis Bartolomeu Campos Queiroz:

...das saudades que não tenho

Nasci com 57 anos. Meu pai me legou seus 34, vividos com duvidosos amores, desejos escondidos. Minha mãe me destinou seus 23, marcados com traições e perdas. Assim, somados, o que herdei foi a capacidade de associar amor ao sofrimento...Morava numa cidade pequena do interior de Minas, enfeitada de rezas, procissões, novenas e pecados. Cidade com sabor de laranja-serra-d’água, onde minha solidão já pressentida era tomada pelo vigário, professora, padrinho, beata, como exemplo de perfeição.(...) Meu pai não passeou comigo montado em seus ombros, nem minha mãe cantou cantigas de ninar para me trazer o sono. Mesmo nascendo com 57 anos estava aos 60 obrigado ainda a ser criança. E ser menino era honrar pai com seus amores ocultos. Gostar da mãe e seus suspiros de desventuras. (...) Tive uma educação primorosa. Minha primeira cartilha foi o olhar do meu pai, que me autorizava a comer ou não mais um doce nas festas de aniversário. Comer com a boca fechada, é claro, para ficar mais bonito e meu pai receber elogios pelo filho contido que ele tinha. E cada dia eu era visto como a mais exemplar das crianças, naquela cidade onde a liberdade nunca tinha aberto as asas sobre nós.Mas a originalidade de minha mãe ninguém poderá desconhecer. Ela era capaz de dizer coisas que nenhuma mãe do mundo dizia, como por exemplo: – Você, quando crescer vai ter um filho igual a você. Deus há de me atender, para você passar pelo que eu estou passando. – Mãe é uma só. (...)
(Bartolomeu Campos Queiroz, em Abramovich, Fanny (org.) – “O mito da infância feliz”. Summus, São Paulo, 1983).

A autobiografia de Bartolomeu Campos Queirós é marcada por uma certa tristeza e uma forte crítica tanto à educação dos pais, quanto aos costumes da cidadezinha onde nasceu. Dessa forma, ele rompe com a idéia de que criança é sempre feliz por ser inocente e não perceber os problemas da vida.
O escritor dá a entender que todos nascemos velhos, porque somos parte de vidas já vividas pelos pais e até mesmo pela sociedade - simbolizada em seu texto pela cidadezinha em que nasceu.
Também vale notar a referência irônica ao célebre poema "Meus oito anos", de Casimiro de Abreu ("Oh! que saudades que tenho/ da aurora da minha vida...)
Na biografia, a seleção dos eventos a serem apresentados é definida pelos outros, por isso, a objetividade é mais evidente que na autobiografia, em que a pessoa escolhe o que vai escrever sobre ela mesma.
Outra característica tanto da biografia quanto da autobiografia é a veracidade dos fatos. Costumam ser narrativas não-ficcionais, ou seja, não são histórias "inventadas". O relato dos fatos no texto autobiográfico aparece freqüentemente pontuado de lembranças, de um colorido emocional, que não é mostrado em outros tipos de textos. Predomina a subjetividade.
Compare a autobiografia reproduzida acima com a biografia de Carlos Drummond de Andrade. O que se pode concluir sobre a presença escolha dos pronomes: na biografia predomina o uso da terceira pessoa (ele), enquanto na autobiografia predomina o uso da primeira pessoa (eu). Esses usos relacionam-se à maior ou menor objetividade.
Autobiografia e sátira. Falar de si mesmo é sempre difícil... Nada como uma boa dose de bom humor para olhar para si próprio, não é mesmo? Leia como alguns autores tratam de suas biografias de forma bem-humorada:

Aí eu peguei e nasci!
Sou filho de árabe com loira e deu macaco na cabeça. E eu não tenho 56 anos. Eu tenho 18 anos. Com 38 de experiência. E eu era um menino asmático que ficava lendo Proust e ouvindo programa de terror no rádio.Em 69 entrei pra Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Mas eu matava aula com o namorado da Wanderléa pra ir assistir o programa de rádio do Erasmo Carlos. E aí eu desisti. Senhor Juiz, Pare Agora!E aí eu fui pra swinging London, usava calça boca de sino, cabelo comprido e assisti ao show dos Rolling Stones no Hyde Park. E fazia alguns bicos pra BBC.Voltei. Auge do tropicalismo. Freqüentava as Dunas da Gal em Ipanema. Passei dois anos batendo palma pro pôr-do-sol e assistindo o show da Gal toda noite. E depois diz que hippie não faz nada! (...)
José Simão Biografia

Perceba como José Simão, ao usar linguagem coloquial, expressões populares e gírias, se aproxima do leitor de jornal e da Internet ao escrever um texto descontraído e cheio de humor: "Aí eu peguei", "deu macaco na cabeça", "matava aula", "alguns bicos pra BBC", etc.
Ao escolher "fatos não nobres" de sua autobiografia, José Simão torna seu texto mais engraçado e carregado de ironia - uma boa maneira de fazer humor.
Leia a seguir a autobiografia de mais um humorista - Millôr Fernandes, um dos fundadores do famoso jornal alternativo, dos anos 60 e 70, "O Pasquim":

SUPERMERCADO MILLÔR -- ANO I - N.º 1
(Autobiografia De Mim Mesmo À Maneira De Mim Próprio)
"E lá vou eu de novo, sem freio nem pára-quedas. Saiam da frente, ou debaixo que, se não estou radioativo, muito menos estou radiopassivo. Quando me sentei para escrever vinha tão cheio de idéias que só me saíam gêmeas as palavras – reco-reco, tatibitate, ronronar, coré-coré, tom-tom, rema-rema, tintim-por-tintim. Fui obrigado a tomar uma pílula anticoncepcional. Agora estou bem, já não dói nada. Quem é que sou eu? Ah, que posso dizer? Como me espanta! Já não fazem Millôres como antigamente! Nasci pequeno e cresci aos poucos. Primeiro me fizeram os meios e, depois, as pontas. Só muito tarde cheguei aos extremos. Cabeça, tronco e membros, eis tudo. E não me revolto. Fiz três revoluções, todas perdidas. A primeira contra Deus, e ele me venceu com um sórdido milagre. A segunda com o destino, e ele me bateu, deixando-me só com seu pior enredo. A terceira contra mim mesmo, e a mim me consumi, e vim parar aqui.
Millôr

1) Releia o título "Supermercado Millôr" e o subtítulo "Autobiografia de Mim Mesmo à maneira de Mim Próprio" e analise que relação pode haver entre uma autobiografia e a idéia de produto a ser vendido, como mercadoria, num supermercado.
2) Relembrando que pleonasmo é uma forma de se usar a mesma idéia de forma repetitiva e desnecessária - lembre-se dos famosos pleonasmos "subir para cima", "descer para baixo", "entrar para dentro" e "sair para fora", que, segundo a gramática, devem ser evitados.- procure, então, explicar os pleonasmos usados no subtítulo, por Millôr, confirmando a abordagem satírica de sua biografia.
3) Millôr elabora sua biografia, de forma irônica e crítica, ao usar:
contradições/paradoxos;
chavões ou frases feitas, recriando-os;
criação de novas palavras, com fina ironia.
Enfim, muitas vezes, o gênero biografia pode ser uma boa desculpa para um escritor fazer crítica social ou mesmo brincar consigo mesmo e com a própria humanidade.

*Alfredina Nery é professora universitária, consultora pedagógica e docente de cursos de formação continuada para professores na área de língua/linguagem/leitura.

Redação tirada do site da UOL para análise

Maconha: boa ou ruim?A maconha é uma droga que já está em grande circulação. Não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. A questão de ser legalizada ou não no país é uma questão difícil de ser resolvida, pois a droga possui muitas "advertências", porém pode ser também utilizada com um "benefício" para a nação. No Brasil, temos um grande problema com o tráfico de drogas. Diariamente número de usuários aumenta cada vez mais, levando os traficantes a uma maior produção.Além de levar muitas pessoas ao fim de suas vidas, a maconha é hoje vendida como se fosse bala. Em qualquer região podemos encontrar uma "boca de fumo", nome dado aos locais de venda do produto. A maconha é rotulada como um problema no país devido ao fato de ser uma droga que vicia, e que aos poucos destrói a pessoa, deixando-a cada dia mais fraca e inapta para a vida. Isso faz com que se torne uma preocupação a mais para as autoridades do país. Porém, ela também poderia ser rotulada como uma solução. A quantidade de usuários hoje é tão grande que, se liberada para consumo, o governo poderia utilizá-la como um produto para arrecadação de fundos para melhorias na nação e também como uma forma de produção de empregos. Mas, infelizmente, a maconha é uma droga tão forte que levaria as pessoas ao consumo de outras drogas maiores, que seriam mais prejudiciais ainda.Portanto, mesmo podendo ser uma "solução" para os problemas financeiros do país, a maconha seria uma forma de devastação da população brasileira, pois o seu consumo exagerado pode levar as pessoas à morte. Então, acredito que a resposta correta para a questão da legalização seria NÃO! A maconha não deveria ser legalizada.
Comentário geralTrata-se de uma redação que discute com linguagem fluente o tema proposto, apontando fatores positivos e negativos relacionados ao consumo da maconha. No entanto, não há correlação entre o conteúdo do texto e a construção dos parágrafos. O terceiro parágrafo, por exemplo, mescla diversos argumentos de forma confusa e incoerente.

Aspectos pontuais:

1) No primeiro parágrafo, o substantivo "advertência" (empregado no texto por analogia às advertências que aparecem nos anúncios de cigarros) é sinônimo de "aviso, observação". Há um problema na construção do texto, pois não é possível dizer que "a droga possui muitas advertências". Seria mais apropriado afirmar que "o consumo da droga possui muitas restrições" ou que "as autoridades fazem advertências quanto ao seu consumo", por exemplo.

2) É recomendável certo cuidado com generalizações ("estender os resultados da observação de alguns casos ao conjunto dos casos possíveis"), como as que ocorrem no segundo parágrafo, nos trechos assinalados em vermelho. Embora seja um recurso expressivo da linguagem oral, a generalização às vezes compromete a objetividade do texto dissertativo.

3) No último parágrafo, o emprego do substantivo "devastação", que significa "destruição completa", é inadequado. Pode-se dizer que o consumo de maconha seria "nefasto", "nocivo" ou "prejudicial".
Competências avaliadas
Competência
Nota
1.
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita.
1.0
2.
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.
1.0
3.
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
1.0
4.
Demonstrar conhecimento dos mecanismos lingüísticos necessários para a construção da argumentação.
1.0
5.
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.
1.0
Total
5.0

Desempenho do aluno em cada competência
Nota 2,0 - Satisfatório
Nota 0,5 - Fraco
Nota 1,5 - Bom
Nota 0,0 - Insatisfatório
Nota 1,0 - Regular

Conjunção - 8 e 9º Matutino Clori

Conjunção
E, mas, ou, logo, pois, que, como, porque
Patrícia Cordeiro Sbrogio*


Conjunção é a palavra invariável que relaciona duas orações ou dois termos que exercem a mesma função sintática. Quando duas ou mais palavras desempenham o papel de conjunção recebem o nome de locução conjuntiva. Veja alguns exemplos: apesar de, à medida que, a fim de que, à proporção que, desde que, visto que, ainda que etc.

As conjunções são classificadas de acordo com o tipo de relação que estabelecem. As conjunções que relacionam orações independentes ou sintaticamente equivalentes são chamadas de conjunções coordenativas. Já, as conjunções que relacionam orações dependentes, ou seja, que ligam a oração principal a uma oração que lhe é subordinada são chamadas de conjunções subordinativas.

Observe:


O professor explicou o conteúdo e os alunos fizeram os exercícios.
e: conjunção coordenativa - liga orações independentes

Se o professor explicar o conteúdo, os alunos poderão resolver os exercícios.
Se: conjunção subordinativa - liga orações dependentes

As conjunções coordenativas são classificadas em aditivas, adversativas, alternativas, conclusivas e explicativas, de acordo com o sentido das relações que estabelecem. Veja alguns exemplos:

Classificação Sentido Principais conjunções
Aditivas adição, soma e, nem, mas também
Adversativas oposição, contraste mas, porém, contudo, todavia, entretanto
Alternativas alternância, exclusão ou, ou...ou, ora...ora, já...já, quer...
Conclusivas conclusão explicação quer logo, pois (posposto ao verbo), portanto
Explicativas justificativa pois (anteposto ao verbo), porque, que

As conjunções subordinativas são classificadas em integrantes e adverbiais. As integrantes introduzem orações subordinadas substantivas. As adverbiais introduzem orações que indicam uma circunstância adverbial relacionada à oração principal, são subdivididas em: causais, condicionais, consecutivas, comparativas, conformativas, concessivas, temporais, finais, proporcionais. Veja o quadro abaixo:

Classificação Sentido Principais conjunções
Integrantes sem valor semântico específico, apenas ligam orações que, se
Causais causa, motivo porque, como, já que, visto que
Condicionais condição se, caso, desde que, contanto que
Consecutivas conseqüência que (precedido de tão, tal, tanto), de modo que
Comparativas comparação como, que (precedido de mais ou menos), assim como
Conformativas conformidade como, conforme, segundo
Concessivas concessão embora, se bem que, mesmo que, ainda que
Temporais tempo quando, assim que, antes que, depois que

Finais finalidade para que, a fim de que, que
Proporcionais proporção à medida que, à proporção que

Veja alguns exemplos de usos das conjunções:

"Este ano a olimpíada vai contar com a participação de 55.570 instituições públicas municipais, estaduais e federais. Por enquanto os alunos das escolas inscritas participam de oficinas de texto e desenvolvem prática nos gêneros poesia, memória e artigo de opinião. Os textos para a seleção podem ser enviados até 18 de agosto." (Folha Online)

"Educação melhora, mas nível continua baixo no Brasil, mostra IDEB." (Folha Online)

As conjunções, assim como as preposições, não exercem função sintática na oração, apenas ligam termos de mesma função sintática ou orações, por isso, são consideradas conectivos. No entanto, estabelecem relações lógicas essenciais para a construção de textos coerentes e coesos.
*Patrícia Cordeiro Sbrogio é formada em letras pela Universidade de São Paulo e é professora de língua portuguesa na rede particular de ensino do Estado de São Paulo

sábado, 20 de setembro de 2008

Para você que visita este maravilhoso blog, um super beijo e em breve publicarei um texto meu. Aguardem...

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Seja verdadeiro e a vida lhe sorrirá!

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Orgulho de ser BRASILEIRA!!!!!

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Semana do Trânsito

O trânsito faz parte da minha vida

O trânsito já fez muita gente sofrer...
Chorar, morrer.
Muita gente perder
Parentes, amigos,
Ou até simples conhecidos.
Também gente que a gente não gosta
Não merece a vida morta.
Cuide da sua segurança
Dando a todos esperança.
Vamos fazer do trânsito um espaço saudável
Das ruas, dos carros um lugar amável
Acabar com acidentes
Acabar com pessoas doentes
Acabar com pessoas do álcool dependentes.
Um dos meus colegas o pai já morreu
Agora nem sei mais se a próxima vítima serei eu
Estou preocupada
Em ser atropelada.
Tem gente que é barbeiro
Quando mata alguém se faz inocente e abre o berreiro.
Tem gente que já se foi
Para poucas pessoas hoje digo oi
Sobraram poucas conhecidas
Também poucas amigas.
Pessoas morrem quase todo dia
Nessa parte nem se fala em alegria
No trânsito tem coisas ruins e boas
Quem faz o certo são de verdade as pessoas
As pessoas a faixa atravessando
E da sua vida cuidando.

Desconheço a autoria, mas se alguém ler e souber de quem é, mande-me as informações que eu darei os devidos créditos.Obrigada.

CASTRO ALVES - Minha mãe África

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A canção do africano


Lá na úmida senzala,
Sentado na estreita sala,
Junto ao braseiro, no chão,
Entoa o escravo o seu canto,
E ao cantar correm-lhe em pranto
Saudades do seu torrão ...


De um lado, uma negra escrava
Os olhos no filho crava,
Que tem no colo a embalar...
E à meia voz lá responde
Ao canto, e o filhinho esconde,
Talvez pra não o escutar!


"Minha terra é lá bem longe,
Das bandas de onde o sol vem;
Esta terra é mais bonita,
Mas à outra eu quero bem!


"0 sol faz lá tudo em fogo,
Faz em brasa toda a areia;
Ninguém sabe como é belo
Ver de tarde a papa-ceia!


"Aquelas terras tão grandes,
Tão compridas como o mar,
Com suas poucas palmeiras
Dão vontade de pensar ...


"Lá todos vivem felizes,
Todos dançam no terreiro;
A gente lá não se vende
Como aqui, só por dinheiro".


O escravo calou a fala,
Porque na úmida sala
O fogo estava a apagar;
E a escrava acabou seu canto,
Pra não acordar com o pranto
O seu filhinho a sonhar!


............................


O escravo então foi deitar-se,
Pois tinha de levantar-se
Bem antes do sol nascer,
E se tardasse, coitado,
Teria de ser surrado,
Pois bastava escravo ser.


E a cativa desgraçada
Deita seu filho, calada,
E põe-se triste a beijá-lo,
Talvez temendo que o dono
Não viesse, em meio do sono,
De seus braços arrancá-lo!

MEU DEUS, ME DÊ A CORAGEM, Clarice Lispector

Clarice Lispector


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Meu Deus, me dê a coragem


Meu Deus, me dê a coragem
de viver trezentos e sessenta e cinco dias e noites,
todos vazios de Tua presença.
Me dê a coragem de considerar esse vazio
como uma plenitude.
Faça com que eu seja a Tua amante humilde,
entrelaçada a Ti em êxtase.
Faça com que eu possa falar
com este vazio tremendo
e receber como resposta
o amor materno que nutre e embala.
Faça com que eu tenha a coragem de Te amar,
sem odiar as Tuas ofensas à minha alma e ao meu corpo.
Faça com que a solidão não me destrua.
Faça com que minha solidão me sirva de companhia.
Faça com que eu tenha a coragem de me enfrentar.
Faça com que eu saiba ficar com o nada
e mesmo assim me sentir
como se estivesse plena de tudo.
Receba em teus braços

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Para alegrar nosso blog!!

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FLORES PARA OS MEUS AMORES!!!!!!!

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PARA QUE SERVE A VIDA?

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Para viver, temos que saber nos relacionar com o outro, diferente e por isso fascinante!

Para alegrar nossos dias!

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Você que me visita, um abraço!

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Lá em casa tem um casal de beija-flores...


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A importância divina do livro

"Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos." NELSON RODRIGUES

Aulas de Ortografia por Jô Soares

Frase do dia!

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Confira mais figuras para Frases de Famosos:
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Aproveite para aprender o máximo que você puder, você vai precisar...

Yanni, para deleitar ...

Rubem Alves, sempre sábio!!!Feliz aniversário!!!!!!!!!!!!!

Desfiz 75 anos...
Rubem Alves
Minha formação filosófica impõe-me o uso preciso das palavras porque as palavras devem revelar o ser. E é assim, usando de forma precisa as palavras, comunico aos meus leitores que ontem, dia 15 de setembro, eu desfiz 75 anos...

Haverá leitores que se apressarão a corrigir meu uso estranho, nunca visto, da palavra "desfazer", atribuindo-o, quem sabe, a um início do mal de Alzheimer. Todo mundo sabe que, para se anunciar um aniversário, o certo é dizer "fiz" tantos anos. No meu caso, "fiz" 75 anos...

Mas o verbo "fazer" sugere algo que aumenta, um crescimento do ser, o artista e o artesão "fazem"...

Mas, que ser aumenta com a passagem do tempo, esse monstro que devora os seus filhos? O que aumenta é o vazio. Esses anos que o aniversariante distraído anuncia como anos que ele fez são, precisamente, os anos que ele desfez, o tempo que já passou, que deixou de ser, os anos que o tempo devorou.

Por isso acho um equívoco filosófico perguntar a alguém: "Quantos anos você tem?". O certo seria perguntar "quantos anos você não tem?". E ela responderia "não tenho 42 anos", "não tenho 28 anos". Porque esse número de anos indica precisamente os anos que ela não tem mais. Nos aniversários, então, a maneira correta de se dirigir ao aniversariante é perguntando-lhe "quantos anos você está desfazendo hoje?".

Com base nessas reflexões filosóficas acho extremamente estranho e mesmo de mau gosto esse costume de o aniversariante soprar as velinhas acesas para que elas se reduzam a um pavio negro retorcido. Aí, nesse momento, todos gritam e riem de alegria e cantam o "Parabéns pra você", em louvor a essa "data querida..."

Bachelard, no seu delicadíssimo livro "A Chama de uma Vela", que nunca será best-seller, nos lembra que uma vela que queima é uma metáfora da existência humana. Há alguma coisa de trágico na vela que queima: para iluminar, ela tem que morrer um pouco. Por isso ela chora, e suas lágrimas escorrem sobre o seu corpo sob a forma de estrias de cera.

Uma vela que se apaga é uma vela que morre. Algumas velas se consomem todas, morrem de pé, têm de morrer porque a cera já se chorou toda. Outras morrem antes da hora - elas não queriam morrer-, mas veio o vento e a chama se foi.

As velinhas acesas fincadas no bolo não querem morrer. Elas vão ser assassinadas por um sopro. O sopro que apaga as velas é o sopro que apaga a vida...

Por isso não entendo os risos, as palmas e a alegria que se segue ao sopro que apaga as velas. Uma vela que se apaga é um sol que se põe, disse Bachelard. E todo pôr-do-sol é triste... Uma vela que se apaga anuncia um crepúsculo.

Por isso eu prefiro um ritual diferente, ritual que é uma invocação. Eu acendo uma vela pedindo aos deuses que me dêem muitos anos a mais de vida, esses anos que se seguirão, que são o único tempo que realmente possuo...

Assim fiz, acendi uma vela, meus amigos à minha volta. Que coisa boa é ter amigos, especialmente quando o crepúsculo e a noite se anunciam!

Acho que a vida humana não se mede nem por batidas cardíacas nem por ondas cerebrais. Somos humanos, permanecemos humanos enquanto estiver acesa em nós a esperança da alegria. Desfeita a esperança da alegria, a vela se apaga e a vida perde o sentido.

Atenção 8º e 9º ano vamos treinar ARGUMENTAÇÃO?

A argumentação é um recurso que tem como propósito convencer alguém, para que esse tenha a opinião ou o comportamento alterado.
Sempre que argumentamos, temos o intuito de convencer alguém a pensar como nós.
No momento da construção textual, os argumentos são essenciais, esses serão as provas que apresentaremos, com o propósito de defender nossa idéia e convencer o leitor de que essa é a correta.

Há diferentes tipos de argumentos, a escolha certa consolida o texto.

Argumentação por citação

Sempre que queremos defender uma idéia, procuramos pessoa ‘consagradas’, que pensam como nós acerca do tema em evidência.
Apresentamos no corpo de nosso texto a menção de uma informação extraída de outra fonte.

A citação pode ser apresentada assim:

Assim parece ser porque, para Piaget, “toda moral consiste num sistema de regras e a essência de toda moralidade deve ser procurada no respeito que o indivíduo adquire por essas regras” (Piaget, 1994, p.11). A essência da moral é o respeito às regras. A capacidade intelectual de compreender que a regra expressa uma racionalidade em si mesma equilibrada.

O trecho citado deve estar de acordo com as idéias do texto, assim tal estratégia poderá funcionar bem.

Argumentação por comprovação

A sustentação da argumentação se dará a partir das informações apresentadas (dados, estatísticas, percentuais) que o acompanham.
Esse recurso é explorado quando o objetivo é contestar um ponto de vista equivocado.

Veja:

O ministro da Educação, Cristovam Buarque, lança hoje o Mapa da Exclusão Educacional. O estudo do Inep, feito a partir de dados do IBGE e do Censo Educacional do Ministério da Educação, mostra o número de crianças de sete a catorze anos que estão fora das escolas em cada Estado.
Segundo o mapa, no Brasil, 1,4 milhão de crianças, ou 5,5 % da população nessa faixa etária (sete a catorze anos), para a qual o ensino é obrigatório, não freqüentam as salas de aula.
O pior índice é do Amazonas: 16,8% das crianças do estado, ou 92,8 mil, estão fora da escola. O melhor, o Distrito Federal, com apenas 2,3% (7 200) de crianças excluídas, seguido por Rio Grande do Sul, com 2,7% (39 mil) e São Paulo, com 3,2% (168,7 mil).

(Mônica Bergamo. Folha de S. Paulo, 3.12.2003)

Nesse tipo de citação o autor precisa de dados que demonstre sua tese.

Argumentação por raciocínio lógico

A criação de relações de causa e efeito é um recurso utilizado para demonstrar que uma conclusão (afirmada no texto) é necessária, e não fruto de uma interpretação pessoal que pode ser contestada.


Para a construção de um bom texto argumentativo se faz necessário o conhecimento sobre a questão proposta, fundamentação para serem realizados com sucesso.

Por Marina Cabral
Especialista em Língua Portuguesa e Literatura
Equipe Brasil Escola

Redação - Brasil Escola

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Sábio conselho, ouça a quem pode ensinar...

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UM ARTIGO INTERESSANTE: LER PARA APRENDER ALUNOS E PROFESSORES

Ler para aprender*
(Lia Scholze** )
A principal função da escola é desenvolver no(a) aluno(a) a capacidade de aprender a aprender. Uma das ferramentas fundamentais para que este processo se instale é o domínio da linguagem; ele é adquirido pela leitura e pela escrita e vai repercutir em todas as áreas do conhecimento.
Com a leitura, apreendemos as idéias que circulam na sociedade, seus valores, suas disputas, os lugares que cada um ocupa no tecido social e como se dá a mobilidade das idéias e das pessoas.

Na escola fundamental, as aulas de português dão ênfase excessiva ao ensino da gramática, em detrimento do desenvolvimento da leitura e da escrita. O aluno precisa aprender a dominar as habilidades da língua, que são, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais: ler, escrever, ouvir e falar.

As literaturas Universal, Nacional e Regional têm, cada uma, valores inestimáveis. Autores do porte de Hemingway, Balzac, Eça, Dostoievski, Victor Hugo, nos dão uma dimensão ampliada de mundo. Machado, Alencar, Aluísío de Azevedo, Chico Buarque, Clarice Lispector e muitos outros bons escritores brasileiros nos apresentam o nosso país.

Todos esses textos e muitos que não citei, mais os jornais diários e revistas, ampliam nossa percepção do mundo e ajudam o(a) professor(a) a cumprir melhor a missão escolhida: ser professor(a) de Língua e Literatura.

As avaliações dos alunos — como a prova de cruzinha, escolha simples, múltipla escolha, preenchimento de lacunas — e o fim da prova dissertativa e da exposição oral contribuem para desestimular o aprendizado da leitura e da escrita, O livro didático conquistou seu lugar; é um recurso interessante enquanto roteiro de sugestões e possibilidades de trabalho para o professor e para o aluno, porém, limitador, se usado com exclusividade.

O ato de ter e escrever exige disciplina, concentração e trabalho. Os gregos desenvolviam a persuasão mediante grandes debates nas arenas públicas. Para eles, a política se desenvolvia na Ágora e era compreendida como a “disputa por meio de palavras”. Os homens deixavam para os escravos e para as mulheres as tarefas relativas à satisfação das necessidades materiais, ficavam livres para interagir com os demais em grandes disputas de oratória e dedicavam-se aos negócios públicos, que lhes garantiam o direito à imortalidade (por isso não temos nenhuma grande filósofa na Grécia antiga). Com Aristóteles, a escrita substituiu a lembrança. As idéias foram imortalizadas no texto escrito e precisavam, agora, obedecer a uma lógica e ter materialidade. Só muito recentemente as mulheres conquistavam o direito à palavra no ambiente público.

A experiência grega pode ser trazida para a sala de aula de nossas escolas. Ao encomendar redação aos(às) alunos(as), pretendemos que eles(as) organizem suas idéias de forma clara, concisa, progressiva, lógica, com criatividade, etc.

Caro professor (a), se nós não conseguimos fazer com que nosso aluno domine minimamente a função utilitarista da língua, como vamos pretender que ele seja leitor e escritor eficaz? Como vamos querer que ele se deixe capturar por este mundo letrado?

Nós, professores, temos a tarefa de prepará-los, ajudando-os em primeiro lugar a superar o pânico da “folha em branco”, e isso pode ser feito sutilmente, em gotas homeopáticas. O primeiro texto do aluno não precisa, necessariamente, ser uma redação; o texto dissertativo exige maturidade e informação, domínio da linguagem, a habilidade da argumentação. Precisamos introduzi-lo em estágios anteriores. Acredito, mesmo, que redação (por ser um texto dissertativo) só deveria ser escrita no ensino médio, quando o aluno já possui uma boa maturidade e já criou hábitos de leitura e de escrita.

Como prepará-los, então?

No ensino fundamental, os alunos devem escrever narrativas, diálogos, poesias, contos; fazer resenhas de livros, colocando suas opiniões sobre determinados personagens, enredo, final da história; dizer por que gostaram do livro e se recomendam ou não para seus colegas de classe. Este tipo de prática vai desenvolver neles uma leitura crítica e perspicaz. Eles vão, aos poucos, percebendo por que gostam de determinada leitura e preferem abandonar outras. Vão se tornando leitores qualificados, identificando estilos e tendências.

Leitura dirigida só deve ser adotada se acompanhada de discussão; do contrário, o ideal mesmo é a leitura livre. Para isso, temos que contar com uma boa biblioteca —escolar ou pública.

A existência de bibliotecas públicas, em especial as infantis, é um fator de extrema importância na formação dos leitores, e o local deve ser aprazível, acolhedor, e contar com profissionais interessados em trabalhar como mediadores de leitura, e. não como guardadores de livros.

A criação de uma biblioteca na sala de aula a partir da aquisição de livros em sebos (lojas de livros usados), orientada por uma lista construída como sugestão pela professora e complementada pelo livreiro, pode ser uma experiência interessante.

Deve-se criar uma ambiência de leitura na sala de aula. Quem não compra pode pedir emprestado. Todos podem trazer seu livro, que, depois de lido, pode ser trocado com os colegas. Os empréstimos podem vir dos próprios colegas, de professores, de parentes, de vizinhos, de patrões das mães diaristas ou empregadas domésticas. A única exigência a se ter feita é de que sejam livros de ficção, pois estamos falando de literatura.

Na leitura de jornais e revistas, deve-se tentar identificar os tipos de texto apresentados nesses veículos — editoriais, entrevistas, boxe (com pequenas notícias), reportagens, etc.
—, analisando, em cada um deles, os tipos de linguagem e recursos usados; observar a relação dos títulos com o conteúdo e as ilustrações — fotos, mapas, quadros estatísticos —, tentando entender o conjunto do texto; analisar editoriais, capas, sumários, créditos, propagandas (que financiam as publicações); perceber os objetivos de cada publicação. Os jornais podem vir de toda a parte — os de grande circulação, os de sindicatos, associações de bairros, igrejas, etc. O material deve ser o mais variado possível.

A escrita também deve ser variada. Pode-se criar o jornal na sala de aula e expô-lo para leitura no saguão da escola. Ë importante a criação de uma equipe editorial, designar o editor-chefe, produzir o editorial, etc., tentando imitar um jornal de verdade. As informações devem ser sobre cultura, esportes, eventos de escola, um artigo de fundo sobre questões latentes; deve ser criada a capa, incluir propaganda e ilustrações. O trabalho com propagandas também é interessante, tanto a análise como sua produção. A criação de uma marca, contendo linguagem imperativa ou apelativa usando recursos como as gravuras, desenhos, cores, etc., é o tipo de exercício muito interessante para os adolescentes. Dessa experiência pode nascer o jornal da Escola.

Outra linguagem a ser explorada é a das tirinhas cômicas e os cartuns e quadrinhos. A qualidade da produção dos alunos irá nos surpreender.

Uma exposição de poesias pode dar um efeito muito bom. Estas devem ser feitas em papel pardo, com letras de forma, e pregadas nos corredores da escola. Sem dúvida, todos irão parar para ler. Depois da exposição, o material deve ser recolhido e transformado em álbum seriado, para análise e discussão dentro da sala de aula. Aí serão discutidas questões gramaticais e de redação.

Essas experiências podem ser levadas para o ensino de 3.º grau e de pós-graduação, pois se faz necessário pensar em metodologias que, além de ajudar os(as) alunos(as) e melhorarem seus próprios textos e criarem eles também hábitos de leitura ainda não adquiridos (estou falando, basicamente, de alunos de Língua e Literatura que já estão atuando ou que pretendem ser professores), possam levá-los a discutir como trabalhar com os alunos de ensino fundamental e médio.

Uma boa prática no ensino da língua é dar ênfase à leitura e à escrita. O fato é que nem sempre os cursos de Letras oferecem formação nesta área — muitas vezes não se aprende como ensinar. A saída que os novos professores encontram é a de imitar seus próprios professores, não desenvolvendo inovações metodológicas mais apropriadas para as atuais necessidades dos alunos. Muitas vezes, as aulas da faculdade são muito teóricas e não visam à prática da sala de aula. Os estágios também não têm muito efeito no preparo dos novos mestres.

A mudança nos currículos é condição para ajudar a reverter os estarrecedores números de baixo desempenho no Saeb, no Enem, no Pisa, etc. O Brasil não consegue recuperar o investimento que faz na Educação (o Projeto de criação do Fundeb prevê investimento de R$ 4,3 bilhões) em termos de resultados práticos.

A escola, como um todo, deve ter responsabilidade pelos seus resultados, não apenas o professor de Português. No Projeto Político Pedagógico (PPP) deve constar como objetivo o acompanhamento do desempenho dos alunos, e o professor que não der conta de sua tarefa deve ser ajudado a desenvolver uma metodologia de resultados.

O jovem precisa da escola não só para aprender, mas para ser cidadão. A escola deve ser o elemento agregador, o lugar de conflitos e crescimento e, sobretudo, de reconhecimento. A turma da escola é a melhor lembrança na vida adulta, e o professor deve ser lembrado como aquele que ajudou no seu processo de aprendizagem e amadurecimento.

Qualquer profissional é cobrado se não mostrar um bom desempenho. O resultado do nosso trabalho está no sucesso do nosso aluno. Temos o dever de procurar ajudá-lo a alcançar o sucesso. E, neste caso, devemos ajudá-lo a vencer o desafio da prova do Enem.

* Título original era “Conversando com professores – Dicas para uma redação nota 10”.
** Mestre em Teoria Literária (PUCRS), Doutora em Educação (UFRGS), Pesquisadora na Área da Linguagem. Coordenadora da Linha Editorial e Publicações do lnep.

(Artigo extraído da Revista do Enem – 2006.)

Frases geniais de autores célebres

“O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.” (Fernando Pessoa)


“O importante não é estar aqui ou ali, mas ser. E ser é uma ciência delicada, feita de pequenas-grandes observações do cotidiano, dentro e fora da gente. Se não executarmos essas observações, não chegamos a ser: apenas estamos e desaparecemos.” (Carlos Drummond de Andrade)



“Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos. Fazer ou não fazer algo, só depende de nossa vontade e perseverança.” (Albert Einstein)

Tem algumas que uma vida inteira não dá para aprender!!Verdade!

DEZ COISAS QUE LEVAMOS ANOS PARA APRENDER - Luís Fernando Veríssimo




Dez coisas que levamos anos para aprender
(Luis Fernando Veríssimo)

1. Uma pessoa que é boa com você,
mas grosseira com o garçom ou empregado,
não pode ser uma boa pessoa.

2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você,
quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.

3. Ninguém liga se você não sabe dançar.
Levante e dance.

4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.

5. Não confunda sua carreira com sua vida.

6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias,
tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.


7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra,
a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria 'reuniões'.



8. Há uma linha muito tênue entre 'hobby' e 'doença mental'.

9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.

10. Lembre-se: Nem sempre os profissionais são os melhores.
Um amador construiu a Arca.
Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.

Minha família!!!

Eu e minha menina dos olhos!!!!!

Minha princesa cor de ébano

Dica de site: Clube do professor.com.br

Testes 5º ANO B
Exercício de Múltiplas Escolha

1.Quem nasce no estado de São Paulo é :
a.( )são - paulino
b.( )paulistano
c.( )paulista

2.Vós "comeis" muito.
a.( )futuro do pretérito.
b.( )presente
c.( )pretérito imperfeito

3.Verbo torcer - 2ª pessoa do singular - futuro do pretérito - modo indicativo:
a.( )torceste
b.( )torcerias
c.( )torcia

4.Eu "estudara" para a prova.
a.( )futuro do pretérito
b.( )futuro do presente
c.( )pretérito mais-que-perfeito

5.Quem nasce na cidade de São Paulo é :
a.( )paulistano
b.( )paulista
c.( )são - paulino

6.Verbo pular - 1ª pessoa do plural - pretérito imperfeito - modo indicativo:
a.( )pularíamos
b.( )pulávamos
c.( )pulamos

7.Nós "encontramos " o tesouro.
a.( )futuro do presente
b.( )pretérito mais -que-perfeito
c.( )pretérito perfeito

8.Tu "cantavas" bem.
a.( )pretérito perfeito
b.( )futuro do presente
c.( )pretérito imperfeito

9.Ele "escreverá" uma carta para a vovó.
a.( )futuro do pretérito.
b.( )pretérito imperfeito
c.( )futuro do presente

10.Eles "tirariam"boas notas, se estudassem.
a.( )presente
b.( )futuro do pretérito
c.( )pretérito imperfeito

Exercícios para diversão...Tentem, depois virá o gabarito

Exercícios - Análise Mórfica
Lista 1
1. Assinale o item em que uma das palavras não completa a série de cognatos:
a.( )decair - cadente - queda - caduco.
b.( )regimento - regicida - regente - Regina.
c.( )corante - colorido - incolor - cordial.
d.( )pedreiro - apedrejar - petrificar - petróleo.
e.( )pedalar - pedestre - bípede - pedicure.

2. O item em que a significação entre parênteses não está de acordo com o prefixo é:
a.( )descanso (dificuldade, privação).
b.( )composição (companhia, combinação).
c.( )previsão (anterioridade).
d.( )inexistentes (negação).
e.( )introduzir (movimento para dentro)

3. De todos os hibridismo abaixo, o único que não se relaciona com grego e o latim é:
a.( )monocultura.
b.( )astronauta.
c.( ) automóvel.
d.( )televisão
e.( )alfaiate.

4. A alternativa que apresente todas as palavras com afixos latinos é.
a.( )abuso - apogeu.
b.( ) transparente - dissílabo.
c.( )adjetivo - intramuscular.
d.( )depenar - catarata.
e.( )paralelo - hipótese.

5. O prefixo latino "extra" tem o significado de movimento:
a.( )para dentro.
b.( )para perto.
c.( )para fora.
d.( )através de.
e.( ) por sobre.

6. Assinale a única palavra formada por composição:
a.( )barrigudo.
b.( )pontapé.
c.( )antebraço.
d.( )enriquecer.
e.( ) felizmente.

7. Assinale a série cujos processos de formação de palavras são, respectivamente, parassíntese, derivação regressiva, derivação prefixal e sufixal e hibridismo:
a.( )embarcar - abandono - enriquecer - televisão.
b.( )encestar - porquê - infelizmente - sociologia.
c.( )enfraquecer - desafio - deslealdade - burocracia.
d.( )enlatar - castigo - desafio - geologia.
e.( )entrega - busca - inutilidade - sambódromo.

8. Das palavras abaixo, aquela cujo prefixo apresenta sentido diferente das demais é:
a.( )interminável.
b.( ) irrealidade.
c.( ) inútil.
d.( ) imperfeito.
e.( ) imigrante

9. Os processos de formação de palavras em português são:
a.( )composição - aliteração.
b.( )aliteração - aglutinação
c.( )aglutinação - averbação.
d.( )derivação - composição
e.( )averbação - derivação.

10. Constituem morfemas:
a.( )afixo - desinência - vogal temática.
b.( )prefixo - tema - consoante de fixação.
c.( ) sufixo - raiz - consoante temática.
d.( )radical - desinência - vogal de fixação.
e.( )desinência - consoante cognata - tema

11. Em "super-homem, desleal e pré-história" o processo de derivação foi:
a.( )prefixação
b.( )derivação imprópria.
c.( ) sufixação.
d.( ) derivação progressiva
e.( )derivação regressiva

12. O prefixo grego "meta" tem significado:
a.( )objetivo.
b.( )forma.
c.( )transformação (mudança).
d.( )escassez.
e.( )dificuldade.

13. Observe:
__ posição (repetição); __ posição (movimento para fora); __ posição (posição ao lado); __ posição (movimento contrário); __ posição (mudança)

Assinale a alternativa correta que preenche, respectivamente, as lacunas com os prefixos cuja significação está nos parênteses.
a.( )re, ex, justa, o, trans
b.( )re, ex, im, o, trans
c.( )pos, justa, justa, contra, re
d.( )re, o, justa, contra, trans
e.( )N.R.A.

14. Numere a coluna da direita, relacionando-a com a da esquerda pelo significado do prefixo. Depois assinale a alternativa correspondente.
(1)desesperança ( ) repetição
(2)contramarcha ( ) oposição
(3)redobra ( ) privação, negação
(4)influir ( ) passar além de
(5)translúcido ( ) movimento para dentro
a.( )3-5-2-1-4
b.( )2-3-4-5-1
c.( )3-2-1-5-4
d.( )5-4-3-1-2
e.( )N.R.A.

15. Assinale a palavra cujo sufixo não tem o sentido de "ação ou resultado dela".
a.( )surgimento
b.( )agressão
c.( )concorrência
d.( )fardamento
e.( ) N.R.A.

16. A série em que as três palavras contêm prefixo e sufixo é:
a.( )esverdeado, terremoto, colonização
b.( )reflorestamento, coordenativo, empalidecer
c.( )renegociação, lamentavelmente, descobrir
d.( )extraordinário, aguardente, colaboração
e.( ) N.R.A.

17. Considere as seguintes significações: nove ângulos, governo de poucos, som agradável, dor de cabeça. Agora, escolha a alternativa correspondente.
a.( )eneágono, oligarquia, eufonia, cefalalgia
b.( )nonangular, democracia, cacofonia, dispnéia
c.( )eneágono, aristocracia, sinfonia, cefalalgia
d.( )hendecágono, monarquia, sonoplastia, cefaléia
e.( )N.R.A.

18. Assinale a alternativa cujo prefixo sub tem o sentido de posteridade:
a.( )subseqüente
b.( )subdesenvolvido
c.( )subjacente
d.( )submisso
e.( )N.R.A.

19. Dentre as alternativas abaixo, assinale aquela em que ocorrem dois prefixos que dão idéia de negação.
a.( )mpune, acéfalo
b.( )pressupor, ambíguo a
c.( )narquia, decair
d.( )importar, soterrar
e.( )N.R.A.

20. Marque a opção em que os prefixos dos vocábulos abaixo não se correspondem semanticamente.
a.( )subdesenvolvimento, sintonia
b.( )previsão, programa
c.( )infiel, anêmico
d.( ) transparente, diálogo
e.( ) N.R.A.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

A vida ensina que...

Recados Para Orkut

PROVÉRBIOS DE INFORMÁTICA

PROVÉRBIOS DE INFORMÁTICA

A pressa é inimiga da conexão.
A pressa é inimiga da digitação.
Amigos, amigos, senhas à parte.
Antigamente servidor era apenas um funcionário público.
Arquivo dado não se olha o formato.
Dedo mole em tecla dura, tanto bate até que acostuma.
Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
Em casa de programador, espeto é de fibra ótica.
O barato sai caro e lento.
Olho por olho, clique por clique.
Mouse sujo se lava em casa.
Placa-mãe só tem uma.Quando um não quer, dois não teclam.
Quem cala, ou consente ou tecla com alguém mais interessante.
Quem envia o que quer, recebe o que não quer.
Quem faz backup, amigo é.
Quem não clica, se trumbica.
Quem não clica não petisca.
Quem semeia mail, colhe spam.
Quem vê nick não vê cara e muito menos coração.
Um é pouco, dois é bom, três é chat.Uma imagem vale por 1024 palavras.Se correr o hacker pega, se ficar o hacker come.Vamos no pique que atrás vem clique.

Curiosidades da língua

A Origem das Expressões

A língua portuguesa possui inúmeras expressões interessantes. Muitas vezes, elas permanecem imutáveis ao longo de anos, representando um forte papel cultural para o idioma. Existem pessoas que se ocupam em pesquisar e descobrir a origem das expressões, que podem ser fundamentadas na cultura do próprio país, ou ainda ter influência estrangeira, mitológica, religiosa, histórica, etc. Sabe-se que as expressões são adquiridas no contato direto com a língua, na socialização dos indivíduos. De acordo com estudos, a partir dos cinco ou seis anos, as crianças começam a usar algumas expressões e, daí em diante, continuarão a enriquecer o seu dicionário mental para sempre.Veja agora mesmo a origem das expressões a seguir:

Corredor Polonês
Corredor polonês é uma expressão comumente utilizada para denominar uma passagem estreita formada por duas fileiras de pessoas que se colocam lado a lado, uma defronte à outra, com a intenção de castigar quem tenha de percorrê-la. A expressão faz referência à região transferida por parte da Alemanha para a Polônia ao fim da Primeira Guerra Mundial, em virtude da assinatura do Tratado de Versalhes. O Corredor Polonês dividiu a Alemanha ao meio, isolando a Prússia Oriental do resto do país. Através de uma extensão de 150 quilômetros e largura variável entre 30 a 80 quilômetros, permitiu que os poloneses circulassem livremente em território alemão, bem como possibilitou o acesso da Polônia ao Mar Báltico. Posteriormente, tanto o Corredor quanto a Prússia foram incorporados ao território polonês. A disputa pela região do Corredor Polonês provocou inúmeros atritos entre os dois países. Em 1939, durante a invasão da Alemanha à Polônia, os poloneses foram encurralados pelos alemães, os quais se posicionavam dos dois lados do Corredor e atiravam contra os poloneses, que estavam no meio.

Seja bem vindo à nossa casa!!!

Recados Para Orkut

Nas letras da música

Nas letras das músicas *º ano A e B 2017 de Rosângela Ferreira Luz