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domingo, 27 de junho de 2010

A sabedoria de Drummond- Por que sofrer à toa?

Viver não dói
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias, se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!!A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.
Carlos Drummond de Andrade


"Só no dia que acabar a última gota de água limpa, que cair a última árvore e que morrer o último peixe, o homem branco descobrirá que dinheiro não se come, não se bebe, não se respira!"
Frase de um índio Sioux, do Século XIX

Os sete saberes necessários à Educação do futuro

O mundo caminha desordenadamente neste século e para organizá-lo para o coletivo precisar dominar os sete saberes:
O Conhecimento;
O conhecimento pertinente;
A identidade humana;
A compreensão humana;
A incerteza;
A condição planetária.
Se não unirmos o conhecimento para contextualizar nossa identidade, compreendendo o semelhante, tendo noção da era de incerteza que vivemos, nosso mundo terminará no caos. Se você é educador, leia o artigo de Morin na íntegra:
http://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:_q2wcb7UZhwJ:tudosobre.com/concursos/3/MORIN,%2520Edgar%2520Os%2520Sete%2520Saberes.pdf+edgar+morim+-+os+setesaberes+necess%C2%B4%5Barios&hl=pt-BR&gl=br&pid=bl&srcid=ADGEESh_0eDuRI0k3P6-00y_aM-akrvPp7vuevqNZo7qNd2eN_6x4OGBvr2hgj52_mdKBjBSqJ5KXHbi8Gad6xbp6CdcSP6TEFSHYZF1AA9EIy99QVi_YO_PNfZtho64a6q31E4tOqH7&sig=AHIEtbQJomO7CMVy7gIviYYTPzRa9eeSCg

Maria Cecília 8º B 2026

 Agradeço com muito carinho o presente entregue pela aluna me parabenizando pelo oito de março , o Dia das Mulheres !👊🏾