Tornou-se primordial descobrir onde está errado a nossa educação, não só de escola, mas de sociedade.
Por que esta violência desmesurada? É difícil compreender o nosso papel socialmente falando e até onde influenciamos o comportamento de quem nos observa, ou melhor, como detectar um comportamento estranho e de que nos adiantará isso? Como prejulgar as ações de alguém?
Busco respostas que todos buscam, tenho pressa, tenho filha, tenho alunos que são como filhos. Como melhorar o mundo para eles?
Chega de roubos, mentiras e hipocrisias, invista-se no professor! Esta tragédia no Realengo mostrou a invisibilidade do professor.
Que falou deles? Quem lembrou deles?
E eles estavam lá, fazem parte da escola e farão também tratamento para amenizar o trauma de um fato tão triste e tão macabro em nosso país e mesmo assim, iremos para a escola todos os dias cumprir nosso papel sentindo medo, autoestima baixa pela desvalorização que sofremos e pelo cotidiano que não é fácil.
Alguém me ajude a encontrar um caminho que resgate nossa humanidade, nosso convívio, nossa alegria de viver.
Livros, leituras, séries, sonhos, fantasias, emoções, opiniões e um cálice de vinho em uma noite estrelada repleta de dementadores que espio curiosa, tendo ao lado Khal Drogo tocando violão e Ragnar contando histórias e esperando chegar Michael Scofield e Jonas Nielsen. Rolando está vindo do Mundo Médio trazendo as novidades para nós enquanto planejamos outra jornada emocionante pelo infinito!
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sábado, 9 de abril de 2011
domingo, 27 de junho de 2010
A sabedoria de Drummond- Por que sofrer à toa?
Viver não dói
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias, se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!!A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.
Carlos Drummond de Andrade
"Só no dia que acabar a última gota de água limpa, que cair a última árvore e que morrer o último peixe, o homem branco descobrirá que dinheiro não se come, não se bebe, não se respira!"
Frase de um índio Sioux, do Século XIX
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Maria Cecília 8º B 2026
Agradeço com muito carinho o presente entregue pela aluna me parabenizando pelo oito de março , o Dia das Mulheres !👊🏾
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Ao lado está a foto da obra de Roseana Murray - Classificados poéticos - O livro é gostoso de se ler e ótimo para introduzir o tema em sala...