Livros, leituras, séries, sonhos, fantasias, emoções, opiniões e um cálice de vinho em uma noite estrelada repleta de dementadores que espio curiosa, tendo ao lado Khal Drogo tocando violão e Ragnar contando histórias e esperando chegar Michael Scofield e Jonas Nielsen. Rolando está vindo do Mundo Médio trazendo as novidades para nós enquanto planejamos outra jornada emocionante pelo infinito!
quarta-feira, 16 de maio de 2018
Lançada a corrida, samurais! Inscrição para BETA READER
ESCOLA MUNICIPAL ARMANDO CAMPOS BELO.
Língua Portuguesa Professora Rosângela Ferreira Luz.
INSCRIÇÃO: Critérios "Seja um beta reader"
A escola fornecerá certificados aos alunos que atuarem como Leitores Críticos, especificando uma quantidade de horas no mesmo COMO ASSESSORIA DE LEITURA CRÍTICA.
1. A inscrição em si já é a primeira fase do processo. É fundamental que o Beta tenha conhecimentos de digitação.
2. Os aprovados na primeira fase receberão o teste da segunda fase que é uma simulação de betagem, por meio da qual avaliaremos o domínio do candidato em relação à língua portuguesa, o que ele percebe de desvios na coesão e coerência do texto e a crítica literária feita, mais além da clareza e tom com que ele expressa seu ponto de vista.
1. A inscrição em si já é a primeira fase do processo. É fundamental que o Beta tenha conhecimentos de digitação.
2. Os aprovados na primeira fase receberão o teste da segunda fase que é uma simulação de betagem, por meio da qual avaliaremos o domínio do candidato em relação à língua portuguesa, o que ele percebe de desvios na coesão e coerência do texto e a crítica literária feita, mais além da clareza e tom com que ele expressa seu ponto de vista.
3. Os aprovados passarão pelo apadrinhamento, para polir suas habilidades como betas. Essa fase é eliminatória, pois passarão pela fase de indução, para se colocarem a par dos aspectos internos. Essa fase não é eliminatória, salvo casos como:
a) percebermos que passaram betas agressivos (antes, porém, enviaremos uma mensagem tentando conversar e "aparar as pontas");
b) candidatos que não cumprirem o prazo durante o processo ou não interagirem devidamente com os textos.
IMPORTANTE: MÁXIMO QUATRO ALUNOS POR TURMAS (8º A, 9ª A e 9º B).
O Beta reader, doravante denominado Leitor/a Crítico/a deverá:
Auxiliar na correção dos erros gramaticais; Ou seja, apontar os erros para que o autor corrija.
✔ Ajudar na colocação dos padrões de postagem do blog; (Sinopse, lista de personagens e etc.)
✔ Auxiliar na construção da história;
✔ Auxiliar na construção de personagens;
✔ Auxiliar para que o autor mantenha coerência.
Seja gentil e tenha bom senso, revisar uma história leva tempo.
✔ Antes de enviar uma fanfic, dê o máximo de informações possível pra Beta, pra que ela possa ter noção da história. Essa é a pessoa que deve saber TUDO da sua história já que ela não será uma leitora comum.
✔ Deixe claro pra ela no que você quer que ela te ajude. (Ideias, ajuda com personagem, apenas correção ortográfica...)
✔ A beta te ofendeu, foi rude, grossa e derivados? Entre em contato com a professora e reporte, para que a mesma tome as devidas providências.
BOA SORTE, SAMURAIS!
quarta-feira, 9 de maio de 2018
Jovens Samurais, dicas preciosas para escrever uma fanfic
Fanfiction é
o termo usado para designar um tipo específico de ficção utilizando a
ambientação ou os personagens de um determinado universo, geralmente como
homenagem. Você pode escrever sobre os personagens que mais gosta, dar
continuidade à história original ou alterá-la completamente. O público-alvo
desse gênero é restrito, mas quem lê o que você cria também é entusiasta do
trabalho original. Esse é um jeito divertido e criativo de expressar seu amor
por alguma obra de ficção, e as possibilidades são infinitas!
PARTE 1
EXPLORANDO O MATERIAL
ORIGINAL
Escolha a base de seu
trabalho. A fanfiction sempre é baseada em uma obra que já existe, e
cabe ao autor da “fanfic” (como é popularmente conhecida) continuar,
expandir ou mudar a história original. Todo tipo de obra é homenageado: livros,
filmes, séries de TV, novelas, videogames, qualquer coisa que tenha uma
história. Escolha um universo com o qual tenha intimidade. Os mais populares
são as franquias “Guerra nas Estrelas”, “Harry Potter” e inúmeros animes.
Sua escolha fará a maior diferença na
história e nos resultados dela. Alguns universos propiciam abordagens mais
específicas, mas é importante lembrar que as opções são infinitas. Qualquer
coisa pode ser feita a partir do material original, mesmo que isso signifique
alterar absolutamente tudo.
Leia a respeito do
ambiente da obra de ficção. A maioria das fanfics envolve ficção científica e
fantasia, como “Percy Jackson” ou “Jornada nas Estrelas”. Essas são ótimas
opções por se passarem em universos complexos, com muito potencial para
extrapolar a história original. Entre na internet e leia tudo o que puder.
Mesmo que a ideia de escrever uma fanfic seja fugir do original, é bom
saber como ele funciona para alterá-lo apropriadamente.
Leia outras fanfics.
Os melhores conceitos para sua história virão da obra original, mas saber como
os outros fãs da série usam esse material é muito valioso. Entre em sites, leia
as histórias que já existem sobre o tema e perceba como os escritores o
utilizam.
Talvez você se depare com algumas fanfictions
virtualmente impossíveis de ler por conta da baixa qualidade. Tente se lembrar
de que as pessoas por trás das fanfics são fãs amadores aprendendo a
desenvolver um enredo, e os níveis de habilidade variam muito. É necessário
praticar para escrever bem e ter paciência para encontrar algo bom.
PARTE2
PLANEJANDO A PRÓPRIA
HISTÓRIA
Decida seu objetivo. Como
as fanfics são muito versáteis, determinar algumas regras para si mesmo
antes de meter a mão na massa é importante. A história será longa ou curta?
Algumas fanfics viram livros, mas a maioria é composta por contos
curtos. Existe todo um debate no mundo dos fãs quanto à extensão ideal de uma fanfiction.
A duração da história depende do tema e geralmente é decidida no processo de
criação. No entanto, é interessante ter um objetivo claro antes de começar o
enredo.
As fanfics mais curtas são chamadas drabbles.
Elas devem ter entre 50 e 100 palavras, e a intenção é justamente o desafio de
escrever uma história completa em um espaço tão pequeno. Você pode começar por
aí para testar suas habilidades sem investir muito tempo.
Existem as fanfics chamadas fluffy,
ou “fofinhas”, que costumam ser leves, românticas e engraçadinhas. Além disso,
elas são curtas (menos de 1000 palavras) e abordam o personagem a partir de uma
vida mundana, não fantástica.
Algumas das fanfics mais elaboradas têm
milhares de palavras. Essas costumam ser as mais lidas — o leitor acredita que
o final será ótimo, para justificar o tamanho.
Como o estilo da fanfic é
essencialmente livre, não é necessário escrever em prosa narrativa. É possível
escrever em poesia ou desenvolver uma ilustração do estado mental do personagem
em uma determinada cena.
Imagine situações
hipotéticas dentro da obra original. A maior parte das fanfics é baseada
em especulação. Seja uma sequência do material ou uma história diferente, tudo
começa com o bom e velho: “E se...?”. E se o personagem Fulano morresse (ou não
morresse) no começo da trama? O que você acha que acontece depois que os
créditos sobem? Esse é o tipo de coisa que você deveria se perguntar durante o
planejamento.
Leia o material
novamente, se não conseguir pensar em ideias. Se isso não ajudar, leia outras fanfics.
Ver exemplos de outros fãs pode inspirar bastante.
Alguns autores se incluem como personagens no
enredo, para interagir com os originais. O nome dado a esses personagens é
avatar.
Experimente escrever crossovers.
Crossover é o nome dado ao gênero de fanfiction que cruza personagens de
universos diferentes na mesma história. Não existem limites para o que pode ser
feito entre esses mundos. No entanto, muitos crossovers são ruins porque é
necessário ter sensibilidade para misturar universos diferentes em um só. Ainda
assim, esse é um estilo muito interessante para escritores criativos.
Por exemplo, mesclar personagens de Percy
Jackson e Harry Potter pode render uma boa história.
O crossover é recomendado quando o
escritor não consegue se decidir entre uma obra ou outra.
Pense no nível de
fidelidade à história original. Pensar na posição que você assumirá dentro da
história é uma ideia bacana. Alguns fãs fazem uma bagunça tão grande com o
enredo que o resultado não tem nada em comum, a não ser o nome dos personagens
(e olhe lá). Outros tentam ampliar o original mais fielmente. Em geral, não
importa o que você decidir, tente se lembrar de que as melhores fanfics preservam
ao menos o espírito da obra.
Pense no conceito de verossimilhança.
Verossimilhança é o que diz se algo é aceitável como real dentro daquele
universo fictício. Descrever o Han Solo do Guerra nas Estrelas como um herói
com capa e espada é verossímil, mas dizer que ele é fã de Chaves não é.
Escreva um esboço. Um bom
rascunho pode fazer toda a diferença em uma fanfic. Embora isso pareça
sério demais para um hobby tão divertido, saber onde a história pode chegar
ajuda a reduzir o bloqueio criativo, tornando a produção mais fluida. Muitas
obras de ficção usam um arco dramático parecido. Elas podem ser divididas em:
Introdução: o começo deve
ambientar o leitor razoavelmente bem e mostrar as motivações e ações dos
personagens principais.
Complicação: algo acontece para estabelecer o
protagonista como herói da trama. Em geral, é o antagonista que contribui para
isso, mas nem sempre. O resto da história costuma ser o herói tentando
estabelecer a ordem novamente.
Meio da trama: essa parte
é onde o mundo fica mais evidente, os relacionamentos entre os personagens são
intensificados e os riscos aumentam gradualmente.
Clímax: antes de chegar ao desfecho, há um
momento em que o personagem enfrenta o conflito mais problemático,
aparentemente indissolúvel. Provavelmente, você se lembra de uma porção de
filmes em que isso acontece.
Desfecho: o momento em
que o protagonista triunfa. Ele costuma acontecer logo depois do conflito
decisivo e se mantém até o final. Pode ocorrer uma revelação da trama seguida
da solução final do enredo.
Refine o enredo. Agora
que o esboço existe, será mais fácil descobrir se a história funciona. Antes de
começar, leia o que já escreveu e encontre pontos que possam ser excluídos ou
explorados. A originalidade de uma obra costuma aflorar durante a edição, que é
momento de rever as coisas que não estão de acordo com seu gosto. Lembre-se de
que a trama é a parte mais importante da ficção casual. Mesmo que suas
habilidades de escritor não sejam incríveis, é possível atrair a atenção de
leitores se a história for intrigante.
PARTE 3
ESCREVENDO UMA OBRA-PRIMA
Apresente a ação logo de
cara. Pode apostar que qualquer leitor da história tem tanta intimidade com o
universo utilizado quanto você. Descrever detalhes da história original não
prenderá a atenção de ninguém. Prefira começar com as ações que chamarão a
atenção e farão com que as pessoas queiram engolir o próximo parágrafo
É claro que a descrição é
importante para estabelecer a situação, mas a tendência é exagerar nessa etapa
— resista à tentação! As descrições devem ser breves.
Faça referências à obra
original. Quando você for acometido pelo bloqueio criativo ou se começar a
travar na continuidade da saga, ler e curtir suas partes preferidas da obra
original pode ajudar. Provavelmente, você já menciona partes do universo para obedecer
à verossimilhança, mas visitá-lo esporadicamente também é útil para relembrar
detalhes. As melhores fanfics são geradas pelo amor ao original e por
uma criatividade inerente. Por isso, adquira o hábito saudável de voltar sempre
às páginas da obra para curti-las novamente.
Você terá mais noção de como seu trabalho
combina (ou destoa) do original em diferentes partes do processo de escrita,
principalmente quando ler a obra principal novamente. Como você pensará
bastante nela para escrever a fanfic, será cada vez mais fácil captar os
detalhes.
Seja fiel aos
personagens. Embora a ambientação e a história em si possam ser alteradas com
liberdade, nem todos os leitores gostam de grandes mudanças em suas personagens
favoritas. Elas são mais do que meras imagens! Mesmo que você deva obedecer a
seus instintos criativos, já que decidiu mudar aspectos-chave da personalidade
delas, mude logo os nomes também. Tenha em mente que alterar a base do
personagem é completamente diferente de evoluí-lo com a história.
Um exemplo de fanfic em
que uma mudança radical do personagem funcione é o universo paralelo. Inspirado
no episódio de "Jornada nas Estrelas" passado em um universo
alternativo, você pode escrever uma história que aconteça em um universo
espelhado, onde o personagens sejam versões bizarras dos originais. Adicionar
uma barba ou um bigode para evidenciar a maldade deles pode ser divertido, mas
não é necessário.
Escreva todos os dias. A
criatividade começa a fluir quando se trabalha em um projeto diariamente.
Escrever é um exemplo clássico disso, já que você pensará no que será escrito
com regularidade. Escolha um horário para isso todos os dias e cumpra-o o
máximo que puder. Pode ser na hora do almoço ou depois do expediente. Quando
perceber, já terá páginas e páginas de um trabalho para chamar só de seu.
Muitos escritores gostam de escutar música
quando escrevem, para se inspirarem na ambientação. Por exemplo, para uma fanfic
baseada em Star Wars é uma ótima ideia escutar a trilha sonora do original,
composta e orquestrada por John Williams. Isso ajudará a entrar no universo.
A maioria das fanfics tem menos de
1000 palavras, mas é recomendável tentar algo mais longo. As histórias mais
duradouras dão mais oportunidade de explorar os personagens, cenários e temas.
Edite o trabalho. Essa é
uma parte fundamental de qualquer trabalho escrito. Se você quiser que a fanfic
seja levada a sério, aceite esse fato. Leia novamente o que você escreveu e
veja onde pode melhorar, retire partes desnecessárias para o enredo e adicione
informações que possam ajudar o leitor a entender algo.
Mostrar o texto para um
amigo também pode ser muito útil. Consiga uma resposta antes de investir tempo
na edição. Talvez ele aponte o que precise de aperfeiçoamento, principalmente
aquelas partes que só precisem de um floreado.
Escreva com consistência.
Escrever fanfics é antes de tudo um aprendizado, e você provavelmente
verá sua evolução à medida em que o trabalho avançar. No entanto, é importante
que o leitor sinta linearidade e consistência, seja nos termos de narração ou
na qualidade da escrita. Separar um tempo para editar o início e nivelar a
história é uma ideia bacana, principalmente se achar que mudou demais a
história ao longo da trama.
PARTE 4
DIVULGANDO O TRABALHO
Publique a história em um
site de fanfics. As fanfictions têm uma base de fãs muito ampla.
Existem diversas comunidades onde você poderá publicar o que escreveu. A melhor
delas é a Nyah Fanfiction. Lá, você encontra uma lista extensa com
diferentes categorias, gêneros e crossovers. Faça uma conta e encontre a
categoria onde a história original se enquadra.
Outra boa opção é o site Social Spirit,
se quiser publicar em mais de um lugar. A melhor ideia é colocar o trabalho no
maior número de fóruns possível para aumentar a exposição.
Se quiser ler histórias
sobre obras específicas, digite o nome da obra no Google com a palavra “fanfics”
do lado. Por exemplo: “Harry Potter fanfics”.
Envie o trabalho para
editoras. Nenhuma fanfic é escrita para fins lucrativos, essa é uma
regra de ouro da comunidade. Os direitos autorais protegem os autores da obra
original de serem copiados ou plagiados, mas algumas editoras estão começando a
gostar da ideia de publicar os trabalhos dos fãs. Embora você precise escolher
uma editora que detenha os direitos autorais do escritor, ter seu trabalho
aceito por ela pode significar uma continuação da história, contanto que o
princípio da verossimilhança seja respeitado.
Os escritores de fanfic que almejam
sucesso comercial podem simplesmente mudar os nomes dos personagens e dos
lugares. A trilogia “50 Tons de Cinza” era originalmente uma fanfic.
Conecte-se com outros
escritores. Se você estiver começando a escrever com seriedade, o melhor a
fazer é se relacionar com outros apaixonados por essa arte. Os sites
mencionados neste artigo serão ótimos para isso. Você receberá dicas valiosas
para melhorar suas habilidades e talvez consiga até ajuda na divulgação de seu
trabalho — se os leitores gostarem o suficiente, é claro. A regra é clara: se
você dá retorno sobre o trabalho de alguém, conseguirá retorno sobre o seu
também.
A melhor ajuda virá dos fãs da mesma série
que você utilizou para basear a obra.
DICAS
Mesmo que você não se interesse por escrever fanfics,
lê-las é bastante divertido.
As fanfictions não
se limitam à prosa narrativa. Você pode escrever um poema supostamente escrito
pelo protagonista, por exemplo.
Se você quiser escrever fanfics
para si mesmo, sinta-se à vontade para não seguir nenhuma regra.
Caso se preocupe com
direitos autorais, faça uma “Declaração de Direitos Autorais” no final do
texto.
Quando o arco dramático do herói for muito
parecido com a maioria das histórias, comparar o que você escreveu com o
original será muito útil.
Muitas pessoas preferem escrever em estilo
livre e sem planejamento, mas isso favorece o bloqueio criativo, e os leitores
podem abandonar a leitura. O ideal é escrever com antecedência, com tempo para
revisar e editar o documento, e só depois publicá-lo por partes. Pedaços
pequenos e intrigantes são mais interessantes e cativam o leitor.
AVISOS
As fanfics não são
registradas, e escrevê-las não rende lucros materiais. Caso você esteja em
busca de um universo mais comercial, sua melhor aposta será escrever conteúdo
original.
O estilo fanfiction deve obedecer a
regras e critérios básicos de redação. Portanto, preocupe-se com a consistência
de sua história e verifique duas vezes a gramática.
FONTES E CITAÇÕES
quinta-feira, 3 de maio de 2018
Samurais, vamos "fanficar?"
Queridos samurais, vamos adentrar ao fantástico mundo da Fanfic onde seremos autores e leitores, seremos betas um do outro, viajaremos, nos uniremos pelo bem do mundo, Samurais!
O tempo é agora!
Prepare seu "Pen name", seu texto e "vamos ao infinito e além!"
Para saber um pouco mais, os hiperlinks visitados ou indicados estão aqui:
PARA TIRAR AS DÚVIDAS:
O que é fanfic?
PARA ESTUDARMOS OS FORMATOS
Como fazer fanfic?
UM POUCO DE GRAMÁTICA (PORQUE É NECESSÁRIO)
Aulas de português para melhorar a escrita
OS LINKS ABAIXO SÃO DE SITES EXCLUSIVAMENTE DE FANFICS:
Investiguem, campeões!
https://www.spiritfanfiction.com/?locale=p
thttp://fanficobsession.com.br/
O multiiverso não tem limites para quem está no Trono de Ferro!
sábado, 27 de janeiro de 2018
Série Vikings e Crônicas saxônicas de Bernard Cornwell
Há muito tempo ouço falar desta série e nunca lhe dei a devida importância até que resolvi assistir o primeiro episódio e percebi que sabia muito pouco sobre os anglos-saxões, os vikings e sobre a história daquela área da Europa Setentrional (Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega, Suécia e adjacências) e, então mergulhei em um mundo fantástico de batalhas, honras, promessas, invasões, piratarias, choques culturais e religiosos.
Ragnar e seus guerreiros me conquistaram, todos os personagens conseguem serem amados e odiados durante o desenrolar da trama e meu personagem preferido é Lagherta, a mulher empoderada, guerreira, mãe e esposa, absoluta e poderosa. A mulher era livre para casar ou não, se divorciar, trabalhar, guerrear, enfim, fazer o que quisesse dentro de seus princípios morais. elas podiam assumir bens deixados por pais, irmãos ou maridos, eram respeitadas com igualdade em uma sociedade em que, ao se aproximar da sociedade cristã, foi perdendo essa característica.
Foi algo que me impressionou muito na cultura deles é o fato da mulher não ser submissa como a igreja cristã pregava naquela época, como é citado na série em que o marido era dono da mulher e faria dela o que quisesse e isso é diferente na cultura nórdica como fica bem representado na série.
Em busca de mais elementos que enriquecessem a série fui atrás de outras informações e, tendo as Crônicas saxônicas, de Bernard Cornwell, que é uma obra de profunda pesquisa histórica, comecei a ler simultaneamente à série.e tendo uma visão mais ampla e melhor de uma época gloriosa da história da humanidade. É óbvio que eram invasores, saqueadores e não entendiam a religião cristã assim como os ingleses e franceses não entendiam seus deuses e, para mim, este é o aspecto mais curioso.
Os seguintes romances foram publicados, com as datas de publicação no Reino Unido listadas:
| Livro | Reino Unido | Brasil |
|---|---|---|
| O Último Reino | 2004 | 2006 |
| O Cavaleiro da Morte | 2005 | 2007 |
| Os Senhores do Norte | 2006 | 2007 |
| A Canção da Espada | 2007 | 2008 |
| Terra em Chamas | 2009 | 2010 |
| Morte dos Reis | 2011 | 2012 |
| O Guerreiro Pagão | 2013 | 2014 |
| O trono vazio | 2014 | 2015 |
| Guerreiros da tempestade | 2015 | 2016 |
| O Portador do Fogo | 2016 | NOVEMBRO 2017 |
A engenhosidade de navegação de seus navios é impressionante, além de serem pequenos, eles atravessavam o mar e eram rápidos em seus ataques e ofensivas chegando e se retirando de forma inesperada, suas vítimas se aterrorizavam ao ver, ao longe, seus navios se aproximando e tendo em suas proas monstros esculpidos que tinham a finalidade de aterrorizar mesmo seus inimigos.
Outro personagem do qual eu gosto muito é o Athestan, o cristão raptado em uma incursão à Inglaterra e que observa e aprende a ser e agir como um viking, compreendendo que há muito o que se conhecer e entender além do que pensava conhecer.
A série tem quatro temporadas disponíveis na Netflix, a primeira com nove episódios, a segunda e a terceira com dez e a quarta com vinte episódios e a quinta em andamento na Fox Premium.
Vale a pena, vale a reflexão e a beleza, além de se conhecer mais sobre outra cultura e sua história onde se aprende muito, pena que só fui conhecer esta série agora!
domingo, 21 de janeiro de 2018
Tetralogia série Napolitana, de Elena Ferrante
Continuo lendo de teimosa
TETRALOGIA SÉRIE NAPOLITANA, DE ELENA FERRANTE
As críticas têm sido generosas em relação à obra de Elena Ferrante, inclusive há quem cite a autora como uma das escritoras do universo feminino que não podíamos deixar de ler em 2017.
Visto isso, tive o interesse de ler seus livros, pois bem, como não poderia deixar de ser, ao invés de adquirir um e ler, resolvi comprar os três primeiros:
A amiga genial;
A história do novo sobrenome;
História de quem foge e de quem fica;
E este último livro que não adquiri e nem penso em adquirir ainda:
A garota perdida.
A narrativa me decepcionou, além de transcorrer lentamente, a personagem narradora possui características humanas degradantes de inveja, autoestima baixa e competividade que não se sustenta em relação a outra personagem, sua amiga de infância, demonstrando uma relação abusiva de dominação e submissão onde não cabe motivos para se manter. Entretanto, posso relevar este aspecto imaginando ser possível tal ligação, só que a história se arrasta, coisas que poderiam ser descritas em dois parágrafos, por exemplo, tornam-se enfadonhas tomando inúmeras páginas e os acontecimentos são previsíveis.
A narradora, a personagem Elena Greco, resolve escrever sobre Lila, sua amiga desde a infância, quando percebe que ela está cumprindo o desejo de desaparecer sem deixar vestígios, não há fotos, cartas, mais nada que pudesse ser prova de sua existência e, como uma vingança, resolve escrever para registrar a relação entre elas como forma de não deixar que sua amiga desapareça de vez, como julga ser a decisão tomada por ela e inicia seu livro na infância das duas.
A história inicia-se nos anos sessenta, onde a mulher não tem voz, precisa de um marido que ?lhe ponha no lugar?, precisa ter filhos como forma de reafirmar sua posição na sociedade, poucas mulheres decidem estudar, pois se vê a educação acadêmica desnecessária e, como lhe falta os atrativos que sua amiga Lila possui, a narradora resolve prosseguir nos estudos como uma forma de se sentir superior, em algum aspecto, à sua amiga Lila mas, mesmo não prosseguindo nos estudos, Lila demonstra ser autodidata, minando a confiança da personagem narradora, mais uma vez, de se sobressair em algo e apesar da história acontecer depois da segunda guerra mundial, com resquícios do fascismo, em um ambiente de extrema pobreza, onde predomina o medo da máfia local, onde percebemos traços do feminismo, a obra não se ampara em tais temas.
É o tipo de leitura que se faz acreditando que, em algum momento, possa melhorar, todavia tal fato não se sucede. Li os dois volumes, falta o terceiro adquirido e o quarto, A garota perdida, que será lançado este ano e lerei como obrigação por ter iniciado a série, preciso aprender a adquirir um volume de cada vez e se apreciar, seguir a leitura, mas a leitora voraz que existe em mim, precisa adquirir os livros e correr o risco de não gostar como aconteceu com as obras de Elena Ferrante, com as quais tive contato pela primeira vez, realmente não achei motivos para os alaridos feitos em torno desta série, talvez a escritora tenha sido feliz em suas obras anteriores que não conheço, mas acredito que sua fama deriva de sua identidade mantida em segredo como é descrito na reportagem feita no site:
http://oglobo.globo.com/cultura/livros/elena-ferrante-que-esconde-sua-identidade-ha-mais-de-20-anos-tem-livro-lancado-no-brasil-16277809#ixzz3bXbuLYEj
Que conta:
?Há muita incerteza sobre o pouco que se sabe da escritora. Ela teria nascido em Nápoles, morado na Grécia, estudado os clássicos gregos e latinos (a ?Eneida?, de Virgílio, é uma referência recorrente em ?A amiga genial?). Parece que é mulher mesmo, apesar de boatos antigos de que Elena Ferrante fosse pseudônimo do autor italiano Domenico Starnone (que nega de pés juntos). E teria sido mãe. Só uma coisa é certa: ela acredita que, depois de escrito, um romance não precisa de seu autor. ?
Penso que é esse ingrediente a razão de seu sucesso, o mistério de sua identidade, que instiga os leitores a levantar hipóteses e, através da leitura de seus livros, tentar determinar quem seria ela ou ele.
TETRALOGIA SÉRIE NAPOLITANA, DE ELENA FERRANTE
As críticas têm sido generosas em relação à obra de Elena Ferrante, inclusive há quem cite a autora como uma das escritoras do universo feminino que não podíamos deixar de ler em 2017.
Visto isso, tive o interesse de ler seus livros, pois bem, como não poderia deixar de ser, ao invés de adquirir um e ler, resolvi comprar os três primeiros:
A amiga genial;
A história do novo sobrenome;
História de quem foge e de quem fica;
E este último livro que não adquiri e nem penso em adquirir ainda:
A garota perdida.
A narrativa me decepcionou, além de transcorrer lentamente, a personagem narradora possui características humanas degradantes de inveja, autoestima baixa e competividade que não se sustenta em relação a outra personagem, sua amiga de infância, demonstrando uma relação abusiva de dominação e submissão onde não cabe motivos para se manter. Entretanto, posso relevar este aspecto imaginando ser possível tal ligação, só que a história se arrasta, coisas que poderiam ser descritas em dois parágrafos, por exemplo, tornam-se enfadonhas tomando inúmeras páginas e os acontecimentos são previsíveis.
A narradora, a personagem Elena Greco, resolve escrever sobre Lila, sua amiga desde a infância, quando percebe que ela está cumprindo o desejo de desaparecer sem deixar vestígios, não há fotos, cartas, mais nada que pudesse ser prova de sua existência e, como uma vingança, resolve escrever para registrar a relação entre elas como forma de não deixar que sua amiga desapareça de vez, como julga ser a decisão tomada por ela e inicia seu livro na infância das duas.
A história inicia-se nos anos sessenta, onde a mulher não tem voz, precisa de um marido que ?lhe ponha no lugar?, precisa ter filhos como forma de reafirmar sua posição na sociedade, poucas mulheres decidem estudar, pois se vê a educação acadêmica desnecessária e, como lhe falta os atrativos que sua amiga Lila possui, a narradora resolve prosseguir nos estudos como uma forma de se sentir superior, em algum aspecto, à sua amiga Lila mas, mesmo não prosseguindo nos estudos, Lila demonstra ser autodidata, minando a confiança da personagem narradora, mais uma vez, de se sobressair em algo e apesar da história acontecer depois da segunda guerra mundial, com resquícios do fascismo, em um ambiente de extrema pobreza, onde predomina o medo da máfia local, onde percebemos traços do feminismo, a obra não se ampara em tais temas.
É o tipo de leitura que se faz acreditando que, em algum momento, possa melhorar, todavia tal fato não se sucede. Li os dois volumes, falta o terceiro adquirido e o quarto, A garota perdida, que será lançado este ano e lerei como obrigação por ter iniciado a série, preciso aprender a adquirir um volume de cada vez e se apreciar, seguir a leitura, mas a leitora voraz que existe em mim, precisa adquirir os livros e correr o risco de não gostar como aconteceu com as obras de Elena Ferrante, com as quais tive contato pela primeira vez, realmente não achei motivos para os alaridos feitos em torno desta série, talvez a escritora tenha sido feliz em suas obras anteriores que não conheço, mas acredito que sua fama deriva de sua identidade mantida em segredo como é descrito na reportagem feita no site:
http://oglobo.globo.com/cultura/livros/elena-ferrante-que-esconde-sua-identidade-ha-mais-de-20-anos-tem-livro-lancado-no-brasil-16277809#ixzz3bXbuLYEj
Que conta:
?Há muita incerteza sobre o pouco que se sabe da escritora. Ela teria nascido em Nápoles, morado na Grécia, estudado os clássicos gregos e latinos (a ?Eneida?, de Virgílio, é uma referência recorrente em ?A amiga genial?). Parece que é mulher mesmo, apesar de boatos antigos de que Elena Ferrante fosse pseudônimo do autor italiano Domenico Starnone (que nega de pés juntos). E teria sido mãe. Só uma coisa é certa: ela acredita que, depois de escrito, um romance não precisa de seu autor. ?
Penso que é esse ingrediente a razão de seu sucesso, o mistério de sua identidade, que instiga os leitores a levantar hipóteses e, através da leitura de seus livros, tentar determinar quem seria ela ou ele.
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
Um mais um, de Jojo Moyes
- Formato(s) de venda: livro, e-book
- Tradução: Adalgisa Campos da Silva
- Páginas: 320
- Gênero: Ficção
- Formato: 16 x 23 x 1,6
- Lançamento: 06/09/2017
Estava vindo de leituras pesadas, histórias densas, não que isso me atrapalhe em dar sequência à enorme fila dos Livros a serem lidos em seu devido tempo, sem meta, só para deixar fluir o prazer de ler, todavia, tive um pico de pressão alta e fui parar em um hospital e pedi dicas às amigas de um grupo de leitura no whatsApp e, como não havia lido nada da Jojo Moyes, me indicaram Um mais um.
Livro que terminei de ler agora e foi como se ouvisse ao fundo Ed Sheeran (breve associação ao filme baseado em outro livro da autora) e o livro cumpriu sua promessa de proporcionar uma diversão emocionante e divertida.História leve e emocionante que dá para captar algumas lições de vida de forma positiva, onde é possível acreditar que tudo vai se ajeitar e, às vezes, precisamos exatamente desta injeção de ânimo para encarar a realidade ou outras histórias mais fortes.
Na narrativa temos vários personagens uma com Altas habilidades e sua dificuldade em se encaixar, outro que sofre bullying, a mãe guerreira e outros personagens e como lidam com todas as situações vivenciadas.
O livro não é só isso, é superação, compreensão e aceitação. A autora escreve com leveza e, ao mesmo tempo, provoca muitas reflexões sobre relacionamentos inter e intrapessoais; sobre amadurecimento e empatia..
Com certeza irei ler outras histórias dela, principalmente, em momentos que requerem tranquilidade e paz, entre sorrisos e olhos marejados de alegria, de uma forma positiva para levantar e enfrentar mais um dia.
terça-feira, 16 de janeiro de 2018
Por trás de seus olhos, de Sarah Pinborough
- Formato(s) de venda: livro, e-book
- Tradução: Alexandre Raposo
- Páginas: 352
- Gênero: Ficção
- Formato: 16 x 23 x 1,7
- Lançamento: 08/08/2017
Por trás de seus olhos é aquele livro que nos traz uma história surpreendente, com reviravoltas que, mesmo esperada e ansiada a todo capítulo, nunca é o que imaginamos. Temos três narradores personagens que se alternam ao longo do livro, em que, em determinados momentos julgamos ser a "vítima ou carrasco", cada vez mais nos surpreendendo conforme suas personalidades e ações se aprofundam e vamos desvendando o papel de cada um na trama.
A história gira em torno de Adele, Louise e David e, conforme avançamos na leitura, pensamos compreender para onde a história caminha, nossos sentimentos se confundem ao tentarmos entender o que cada um deles é como pessoa, quais são as características de personalidade e qual era verdade de cada um, porque agem e pensam daquela forma.
É intrigante a forma em que cada página que avançamos nos confunde mais ainda ou nos leva a pensar que estamos entendendo tudo, quando tal fato não é verdade e, mesmo assim, ao terminar de ler, o ar nos falta e temos que reler o primeiro parágrafo e os dois últimos parágrafos para entender o que aconteceu (foi o que eu fiz) e como a autora foi genial ao criar a história e enveredar pelo caminho escolhido pela escrita e imaginação dela. É daqueles livros que você ama ou odeia, não há meio termo, creio eu e, ainda não li nenhuma opinião criticando negativamente o livro.
Não estou dizendo que a narrativa é perfeita, é um thriller psicológico digno do gênero, melhor do que andamos consumindo na leitura e ficaria muito bom em um filme, até mesmo li que existem filmes com a trama semelhante, porém nunca os assisti e gostaria de ver esse na tela.
Sendo ficção, devemos estar com a mente aberta para o que está por vir, seu desfecho pega todos de surpresa, mesmo sabendo que devemos prestar atenção em tudo, não estamos preparados para o que vem, nem chegamos perto de como a autora finaliza a história e é tão emocionante que não vi spoiler em nenhuma resenha, eu tentei de todas as formas adivinhar o que viria, mas não deu, não cheguei nem perto.
Recomendo a leitura para quem gosta de teorizar porque isso é possível de ser feito e, com isso, a narrativa nos consome deixando um gosto de “quero mais” para obras semelhantes porque nela mesma não cabe continuação, deixe a sua imaginação fluir, nem ela dará conta do arrebatamento causado pela história.
Sarah Pinborough é autora premiada e aclamada pela crítica. Tem diversos romances publicados, roteiros escritos para a BBC e vários projetos televisivos em desenvolvimento. Por trás de seus olhos, seu livro de estreia na Intrínseca, alcançou o topo das listas de mais vendidos do Sunday Times e do The New York Times e teve os direitos de publicação negociados para cerca de vinte países.
Assinar:
Postagens (Atom)
Maria Cecília 8º B 2026
Agradeço com muito carinho o presente entregue pela aluna me parabenizando pelo oito de março , o Dia das Mulheres !👊🏾
-
Ao lado está a foto da obra de Roseana Murray - Classificados poéticos - O livro é gostoso de se ler e ótimo para introduzir o tema em sala...


