sábado, 21 de novembro de 2009

Folhas soltas...

Final de ano...a família se une, todos felizes, aquele espírito de confraternização, de saudades. Bem, quase todos...A maioria não encontra significado no natal, os mais esperançosos agarram-se a religião e outros cultivam o ódio contra a sociedade que os marginalizou, para atos bárbaros, que vítima e vítima se confrontam, a dor de seus direitos violados... Não consigo pensar em um bom natal quando penso na periferia, não consigo pensar em um bom natal quando penso em dores, ainda bem que a família ajuda, ainda bem que os poucos amigos ajudam, ainda bem que encontro forças no meu interior e desligo-me da realidade e entro no sonho utópico de boas festas, boas férias e represento meu personagem, todavia, sozinha, é difícil prender pensamentos e tudo volta com força, com revolta, com dor... As dores da alma são difíceis de se curar...

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Comentários

Ufa, nem percebi que faz tempo que não posto alguma coisa,estou com fotos de um almoço feito pela escola em homenagem aos professores e ao servidores públicos com toda nossa família, churrasco, piscina, diversão para todas as idades, muito dez, vou organizá-las e postar para que possam apreciar e entender porque nossa escola é tão aconchegante e querida!
Agora, terminando o quarto bimestre, já começa a dar saudades... Mas enfim, todo ano é assim mesmo, não vemos a hora de terminar, mas quando vai chegando no finzinho snif snif... já vai dando saudade do barulho das crianças, mas a gente precisa descansar também. Por enquanto é só, estamos na correria!
Bjos!!!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

I Feira Multicultural da Escola Clori



A I Feira Multicultural da Escola Municipal Profª Clori Benedetti de Freitas foi um sucesso! Quando se trabalha em grupo, o resultado é estupendo. É óbvio que existem os contratempos e dissabores, que nos servem como lição para que, no ano que vem, a próxima Feira saia melhor ainda. Houve o atraso do som, autoridades vieram e se foram devido ao atraso, mas quando começou a abertura com a coordenadora Ivanilda como mestre de cerimônias, apresentando as autoridades para compor a mesa e todos cantarem o Hino Nacional, a animação foi total. O entusiasmo dos alunos era evidente, um dia de festa mostrando o resultado do seu trabalho e dos professores da nossa escola.
O diretor Jair da Silveira Almeida fez o discurso da abertura, encantando a todos com a sua oratória, pontuando aspectos importantes da história da escola;
Na sequência vieram as apresentações dos alunos ensaiados pelos seus professores e visitantes que colaboraram com a maior boa vontade na abertura. Teve:
- Dança da música: “Faz um milagre em mim”, orientados pela Profª Marlene Cardoso, como verão nas fotos acima, foi uma gracinha, aquelas meninas tão pequenas e já artistas;
- Mais uma vez nossos alunos do Projeto Clave de Sol, Aldair do nono ano e Letícia do quinto ano apresentaram ao som do violão músicas regionais, como Chalana e Trem do Pantanal, emocionando com suas deliciosas e harmoniosas vozes;
- As duas músicas que as meninas Fernanda, Ianca, Joyce, Larissa, Tainá do oitavo ano A e a Luíza do sexto D dançaram , apresentaram sincronismo nos passos e muito ritmo, serão futuras bailarinas;
- E o duelo repentista entre o João Luís e o Lucas Arruda do sétimo C, foi realmente um desafio no melhor estilo do cordel nordestino;
- A aluna Viviane do oitavo B fez uma magnífica apresentação tocando duas músicas em sua flauta encantada;
- Os The Winner Boys, TWB, cantaram três músicas de estilos diferentes e agradaram demais, parecia show de artista de Disco de Ouro;
- Encerrando a abertura, o grupo de dança New Street Power deu um show de dança que levaram o público ao delírio.
A Direção, representada pelo Jair Silveira de Almeida e Ivone Bonetti, mais as coordenadoras pedagógicas Alciléia, Ivanilda, Nelci e Rosângela Luz (euzinha) organizaram e facilitaram os trabalhos desenvolvidos para a I Feira Multicultural de nossa escola, trabalho de equipe mesmo. As salas de aula foram abertas à visitação e cada sala era temática, com trabalhos diferentes, teve uma sala de Ciências explicando com experiência ao vivo o funcionamento de um vulcão em erupção, orientada pelo Prof. Washington e Profª Rosemeire; teve a sala com os trabalhos das professoras Zulmira e Cristiane sobre a Literatura de cordel e o rap; teve oficina de pipas, organizada pelos professores Edson, Sandra e Sidney; sala com plantas medicinais e mudas para os visitantes levarem como lembrança, trabalho organizado pelas professoras do primeiro ano, Maria Elena, Rosicléia e Raimunda; teve a Sala de Matemática com as professoras Jozilene, Jussara e Cristiane com jogos lógicos; os professores de História, Dioleno e Sidnei Aparecido apresentaram os instrumentos de tortura utilizados durante o período histórico da Inquisição; os professores de Geografia, Maria Ivone e Adoaldo, juntamente com o professor Paulo, de Ciências, apresentaram os Efeitos dos Impactos Ambientais e o Desperdício de Água; teve a Sala de Arte Regional com as professoras Marlene, Andréia Vanzin e Juldete, com trabalhos artísticos de primeira linha; As professoras do Pré-Escolar, prepararam com seus alunos uma sala de Brinquedos e Brincadeiras, resgatando nossa cultura; as professoras do segundo ano, Elenir, Maria Lima e Sirlei juntamente com as dentistas Paola e Milena e sua assistente Carla, apresentaram conceitos de higiene de uma maneira super lúdica; as professoras Marinêz e Rosemar fizeram um trabalho complexo envolvendo leitura, escrita e ilustração de dois livros, um com parlendas e outro com adivinhas e cartazes com provérbios e frases de parachoques de caminhões; os alunos dos professores Elias, Léia e Soninha apresentaram alimentos alternativos. Enfim, todos se compromissaram já que uma das filosofias da escola é “Respeito e Compromisso” e se isso não houvesse nossa Feira não teria sido tão maravilhosa. Faltou público? Faltou, a comunidade não está acostumada com esse tipo de trabalho, entretanto, no próximo ano veremos a repercussão que teve o primeiro e assim por diante e cada vez mais estaremos empenhados a proporcionar o melhor para a comunidade escolar. Amém!
Autora: Rosângela Ferreira Luz
Colaboradora Maria Ivanilda Milfont Saraiva Moreira

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Somos preconceituosos? Assuma!

Hoje, conversando com minha santa mãe, sábia mulher, concluí que somos todos preconceituosos de alguma forma, por mais que acreditemos termos a mente aberta para tudo e todos. Compreendi, na minha visão de hoje, Penso isso hoje, amanhã não sei), que temos que praticar a tolerância, saber enrustir a negação do outro para vivermos em um ambiente harmônico. Minha filha estuda em uma escola particular e ontem, foi a abertura dos Jogos da Primavera da escola, sempre é um espetáculo o evento. Fomos eu , meu sogro (de coração), a Ana e minha filha. Ela foi se reunir com os coleguinhas de turma e no caminho, havia uns garotos de camisetão, boné, calças largas. Minha amiga disse que eles vieram para fazer alguma apresentação, eu já achei que era jovens da classe média com estilo de "mano". Era uma apresentação! E como professora coordenadora enxerida fui sondar como poderia agendar uma apresentação na escola em que trabalho. Consegui!!! Mas descobri também que fazem faculdade, moram em área nobre da cidade, uma realidade bem distante da que haviámos imaginado (pois quando soube que estavam lá para a apresentação, achei, como minha amiga, que fossem da periferia, com toda conotação que a palavra traz).
Simultaneamente ocorreu o episódio do governador do estado insultar o ministro do meio ambiente do país dizendo que: "Fulano é um veado, se ele vier aqui, vou estuprá-lo em praça pública". Choque... Estarreci! Pensei, meu Deus, é para convivermos com esta agressividade verbal que votamos? Com tanta baixeza sendo transmitida por via satélite para todo mundo? E se for homossexual, é defeito? Não é um problema de foro íntimo? A gente vê e escuta cada coisa e as crianças que escutam e não têm como filtrar o lado positivo da coisa?
O mundo anda carente de bons exemplos, para nós, adultos, renovar as esperanças de felicidade e paz, as crianças, para se espelharem, repetirem e aprimorarem os bons exemplos.
O preconceito é feio, divide em vez de somar, constrange em vez de descontrair, mata em vez de amar, humilha em vez de enaltecer. Viveríamos bem melhor, se aceitássemos como o Outro é e como somos. Você se aceita como é?

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Reflexões...


gifs em páginas
Máscaras sociais

Usamos máscaras para cada ambiente e para cada pessoa com que tratamos, é tão perigoso o uso dessas máscaras porque temo perder-me de mim e não saber mais quem sou, ou de me sentir violentada ao ter que usá-las, contrariando as minhas convicções e valores.
Uma amiga minha que eu costumo escutar e ponderar sobre o que ela me diz, sempre me orienta a ser “diplomática” ou “política”, só que, existem situações que me enojam e são nessas, as mais difíceis, que tenho que colocar aquela “cara de paisagem” e fingir que nada está acontecendo e que sou compreensiva e conivente com os mais absurdos disparates.
A máscara de mãe requer uma super heroína, forte, sempre pronta ali para dar colo e dizer as palavras certas para educar, para orientar, para defender a cria.
A máscara de esposa requer paciência, amor e concessões que, às vezes, fazem com que você deixe de ser você para viver a vida do outro e isso, eu sei bem, não vale a pena.
A máscara de filha precisa fazer com que a mãe se sinta útil, necessária para não magoá-las ou deixá-las pensar que não precisamos mais delas e precisamos sim, então mostramos fragilidade, indecisão e paciência com as limitações da idade.
A máscara de profissional exige que sejamos tolerantes com as diferenças, o que também significa conhecer as limitações das pessoas e saber que elas não estão nem aí para saná-las ou diminuí-las e que tudo de bom que você fizer é porque tem tempo ou não tem as mesmas responsabilidades que as outras pessoas, como se vivêssemos em outro planeta e o fato de querer fazer algo bem feito fosse uma escolha e não a coisa certa a se fazer.
Máscaras, máscaras, máscaras...
Às vezes é difícil vestir as máscaras quando queremos ser francos, ajudar ao outro, falar a verdade, dizer o que se pensa e o que se sente, entretanto são necessárias para os relacionamentos sociais, mas preciso dizer o que penso e aprender mais com quem possa me ensinar, preciso que entendam do que falo e que contribuam para crescermos juntos, preciso aprender o tempo todo e as pessoas não estão a fim de ensinar e nem de aprender, vestem suas máscaras, representam um papel e esquecem o que não lhes interessa.
Estou virando gente-bicho, não sei mais conversar banalidades, não encontro graça em piadas medíocres, desprezo a superficialidade.
Como vou me integrar no mundo outra vez?

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Nossa visita ao Teatro Municipal

Nossa visita ao Teatro Municipal
Dia vinte e sete de agosto, nossos professores de Teatro Aristeo Serra Negra e Ana Flávia e estão aplicando um projeto durante o estágio de conclusão do curso de Artes Cênicas da UFGD, em que aproximam a linguagem, a desenvoltura a expressividade do teatro à criança e ao adolescente durante sua formação humana com oficinas de Teatro, oferecidas em aulas de uma hora e meia cada, duas vezes por semana. Atendem oito turmas e programaram uma surpresa para os alunos: eles foram ao Teatro Municipal conhecer cada canto, cada área e saber da função de cada espaço ali dentro, assistiram sentadinhos no palco aos atores Tiago e Aristeo Serra Negra (é ele sim, o professor) apresentando uma história com direito a mudança de figurino e interação das crianças no palco.Foi lindo!!!
A magia do teatro nos absorveu completamente, nós contemplávamos, extasiados, cada gesto, acompanhávamos cada palavra com medo de a magia terminar e voltarmos ao mundo real.
Foi um gesto magnânimo esse dos professores porque nossas crianças, em sua maioria, nunca tinham ido ao teatro, nunca tiveram em um ambiente tão bonito e é tão raro esse desprendimento, essa atenção, esse carinho ao próximo.
Que Deus abençoe cada passo em suas vidas (professores e crianças) para que mais gestos como esse sejam possíveis!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Aula para meu amado, lindo, lindo, salve 6º A

É o seguinte: vocês vão clicar no link abaixo e começar o exercício número 1, quando terminar clique em VERIFICAR e, em seguida, se não tiver correções a fazer, no alto da página estará escrito PRÓXIMO EXERCÍCIO e repita o mesmo procedimento até encerrar todos os exercícios sobre Ordem Alfabética.

Boa Sorte!!!

1) Ordenar palavras em ordem alfabética:
http://ludotech.eu/

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Visita dos alunos ao Teatro Municipal de Dourados MS

Nossa visita ao Teatro Municipal
Dia vinte e sete de agosto, nossos professores de Teatro Aristeo Serra Negra e Ana Flávia e estão aplicando um projeto durante o estágio de conclusão do curso de Artes Cênicas da UFGD, em que aproximam a linguagem, a desenvoltura a expressividade do teatro à criança e ao adolescente durante sua formação humana com oficinas de Teatro, oferecidas em aulas de uma hora e meia cada, duas vezes por semana. Atendem oito turmas e programaram uma surpresa para os alunos: eles foram ao Teatro Municipal conhecer cada canto, cada área e saber da função de cada espaço ali dentro, assistiram sentadinhos no palco aos atores Tiago e Aristeo Serra Negra (é ele sim, o professor) apresentando uma história com direito a mudança de figurino e interação das crianças no palco.Foi lindo!!!
A magia do teatro nos absorveu completamente, nós contemplávamos, extasiados, cada gesto, acompanhávamos cada palavra com medo de a magia terminar e voltarmos ao mundo real.
Foi um gesto magnânimo esse dos professores porque nossas crianças, em sua maioria, nunca tinham ido ao teatro, nunca tiveram em um ambiente tão bonito e é tão raro esse desprendimento, essa atenção, esse carinho ao próximo.
Que Deus abençoe cada passo em suas vidas (professores e crianças) para que mais gestos como esse sejam possíveis!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Entre o quadro-negro e o data-show

Entre o Quadro-Negro e o Data-Show
Autor: Jairo Brasil VieiraData: 27/07/2009
Abuso é um vocábulo originário do latim "abusus" que indica um "comportamento inadequado ou excessivo." Segundo o dicionário Aurélio, o abuso significa "uso mau, excessivo ou injusto." Quando falo de abuso, também poderia falar de exagero, que no Aurélio tem como significação "coisa desmedida e que ultrapassa os limites." Mas para que serve sabermos o que é "abuso" ou "exagero"? Para mim, tudo que é aplicado de forma abusada ou exagerada, pode ser considerado um vício. E como vício, certamente não faz bem.
Todos nós docentes sabemos a transformação por que passa a educação na atualidade. Reconhecemos a teoria da Educação Bancária de Paulo Freire, e sabemos o quanto temos que usar de criatividade para instigar alunos na busca do conhecimento. E isso certamente depende de recursos pedagógicos inovadores. Tornar o ambiente de sala de aula interessante, de modo a que os alunos estejam constantemente motivados, não é fácil. As aulas expositivas cada vez mais devem ceder espaço à elaboração de pesquisas, projetos e à resolução de situações-problema. Pelo menos é isso que acredito ser nosso constante desafio, principalmente no ensino profissionalizante. Machado (2002) destaca que:
"...a formação escolar deve prover as pessoas de competências básicas, como a capacidade de expressão, de compreensão do que se lê, de interpretação de representações; a capacidade de mobilização de esquemas de ação progressivamente mais complexos e significativos nos mais diferentes contextos; a capacidade de construção de mapas de relevâncias das informaões disponíveis, tendo em vista a tomada de decisões, a solução de problemas ou o alcance de objetivos previamente traçados; a capacidade de colaborar, de trabalhar em equipe e, sobretudo, a capacidade de projetar o novo, de criar em um cenário de problemas, valores e circunstâncias no qual somos lançados e no qual devemos agir solidariamente." (p. 151-152)
Portanto, para ter sucesso nessa empreitada tão difícil, o docente deve recorrer a vários recursos em sala de aula. Se abusar ou exagerar na utilização de algum deles, seja o quadro-negro (ou lousa como queiram alguns) ou a mídia espetáculo da aula-show, estará sujeito a converter o ambiente no mais completo marasmo. Com isso, perdem a oportunidade de prover nossos discentes de competências básicas, tais como cita Machado (2002) acima. Nosso alunos devem ser motivados à leitura (interpretativa e crítica) e à discussão reflexiva, à resolução de problemas fazendo uso de suas experiências em consonância com a experiência trazida pelo professor.
Observa-se na maioria das Escolas um disputa acirrada pela reserva desses recursos multimidiáticos. Não que não seja uma forma pós-moderna de apresentar conteúdos, principalmente pela facilidade na exposição de imagens e no uso de um colorido que deixa o quadro-negro na pré-história. Mas convenhamos, o data-show não é um recurso exclusivo para atuação docente. Será que não temos outras alternativas tão interessantes quanto essa como forma de motivar nossos alunos na busca por competências? Muitas vezes, tanto a aula expositiva no quadro-negro pode ser desmotivadora quanto a aula expositiva no data-show. A única coisa que se modifica é o formato, pois o objetivo alcançado pode ser idêntico. Muitas vezes o uso do data-show, principalmente se utilizado no "escurinho do cinema", pode levar a uma malimolência extrema.
Celso Antunes em sua obra "Professores e Professauros", à qual recomendo, destaca que uma boa aula deve abrigar cinco atributos essenciais:
a) Protagonismo - Onde o aluno é o eixo do processo educacional e não um espectador com a função de ouvir.
b) Linguagem - Proporcionar um ambiente de aprendizagem que permita tanto com o professor quanto com os colegas, discussões, debates, interrogações, sugestões, análises e propostas.
c) Administração de Competências Essenciais - A sala de aula deve ser o palco central de estímulos a diferentes competências essenciais à aprendizagem, em busca de uma visão sistêmica.
d) Construção de Conhecimentos Específicos - Ligar o que se aprende ao que já se sabe, fazendo uma ponte entre o que se aprende e a vida que se vive.
e) Auto-avaliação - Descobrir que a aula foi um efetivo instrumento de transformação, uma mudança de estado entre o que se sabia antes de ela começar e o progresso posterior constatado.
Por tudo isso é necessário refletir se não estamos exagerando ou abusando no uso de algum tipo de recurso necessário à nossa prática docente. Não temos deixado de lado práticas importantes como a pesquisa na biblioteca, a elaboração e apresentação de trabalhos ou a resolução de situações-problema desafiadoras?
Prof. Jairo Brasil é Mestre em Educação pela Unisinos e docente em escolas técnicas profissionalizantes da região metropolitana de Porto Alegre.

Maria Cecília 8º B 2026

 Agradeço com muito carinho o presente entregue pela aluna me parabenizando pelo oito de março , o Dia das Mulheres !👊🏾