Livros, leituras, séries, sonhos, fantasias, emoções, opiniões e um cálice de vinho em uma noite estrelada repleta de dementadores que espio curiosa, tendo ao lado Khal Drogo tocando violão e Ragnar contando histórias e esperando chegar Michael Scofield e Jonas Nielsen. Rolando está vindo do Mundo Médio trazendo as novidades para nós enquanto planejamos outra jornada emocionante pelo infinito!
sábado, 21 de novembro de 2009
Folhas soltas...
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Comentários
Agora, terminando o quarto bimestre, já começa a dar saudades... Mas enfim, todo ano é assim mesmo, não vemos a hora de terminar, mas quando vai chegando no finzinho snif snif... já vai dando saudade do barulho das crianças, mas a gente precisa descansar também. Por enquanto é só, estamos na correria!
Bjos!!!
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
I Feira Multicultural da Escola Clori
A I Feira Multicultural da Escola Municipal Profª Clori Benedetti de Freitas foi um sucesso! Quando se trabalha em grupo, o resultado é estupendo. É óbvio que existem os contratempos e dissabores, que nos servem como lição para que, no ano que vem, a próxima Feira saia melhor ainda. Houve o atraso do som, autoridades vieram e se foram devido ao atraso, mas quando começou a abertura com a coordenadora Ivanilda como mestre de cerimônias, apresentando as autoridades para compor a mesa e todos cantarem o Hino Nacional, a animação foi total. O entusiasmo dos alunos era evidente, um dia de festa mostrando o resultado do seu trabalho e dos professores da nossa escola.
O diretor Jair da Silveira Almeida fez o discurso da abertura, encantando a todos com a sua oratória, pontuando aspectos importantes da história da escola;
Na sequência vieram as apresentações dos alunos ensaiados pelos seus professores e visitantes que colaboraram com a maior boa vontade na abertura. Teve:
- Dança da música: “Faz um milagre em mim”, orientados pela Profª Marlene Cardoso, como verão nas fotos acima, foi uma gracinha, aquelas meninas tão pequenas e já artistas;
- Mais uma vez nossos alunos do Projeto Clave de Sol, Aldair do nono ano e Letícia do quinto ano apresentaram ao som do violão músicas regionais, como Chalana e Trem do Pantanal, emocionando com suas deliciosas e harmoniosas vozes;
- As duas músicas que as meninas Fernanda, Ianca, Joyce, Larissa, Tainá do oitavo ano A e a Luíza do sexto D dançaram , apresentaram sincronismo nos passos e muito ritmo, serão futuras bailarinas;
- E o duelo repentista entre o João Luís e o Lucas Arruda do sétimo C, foi realmente um desafio no melhor estilo do cordel nordestino;
- A aluna Viviane do oitavo B fez uma magnífica apresentação tocando duas músicas em sua flauta encantada;
- Os The Winner Boys, TWB, cantaram três músicas de estilos diferentes e agradaram demais, parecia show de artista de Disco de Ouro;
- Encerrando a abertura, o grupo de dança New Street Power deu um show de dança que levaram o público ao delírio.
A Direção, representada pelo Jair Silveira de Almeida e Ivone Bonetti, mais as coordenadoras pedagógicas Alciléia, Ivanilda, Nelci e Rosângela Luz (euzinha) organizaram e facilitaram os trabalhos desenvolvidos para a I Feira Multicultural de nossa escola, trabalho de equipe mesmo. As salas de aula foram abertas à visitação e cada sala era temática, com trabalhos diferentes, teve uma sala de Ciências explicando com experiência ao vivo o funcionamento de um vulcão em erupção, orientada pelo Prof. Washington e Profª Rosemeire; teve a sala com os trabalhos das professoras Zulmira e Cristiane sobre a Literatura de cordel e o rap; teve oficina de pipas, organizada pelos professores Edson, Sandra e Sidney; sala com plantas medicinais e mudas para os visitantes levarem como lembrança, trabalho organizado pelas professoras do primeiro ano, Maria Elena, Rosicléia e Raimunda; teve a Sala de Matemática com as professoras Jozilene, Jussara e Cristiane com jogos lógicos; os professores de História, Dioleno e Sidnei Aparecido apresentaram os instrumentos de tortura utilizados durante o período histórico da Inquisição; os professores de Geografia, Maria Ivone e Adoaldo, juntamente com o professor Paulo, de Ciências, apresentaram os Efeitos dos Impactos Ambientais e o Desperdício de Água; teve a Sala de Arte Regional com as professoras Marlene, Andréia Vanzin e Juldete, com trabalhos artísticos de primeira linha; As professoras do Pré-Escolar, prepararam com seus alunos uma sala de Brinquedos e Brincadeiras, resgatando nossa cultura; as professoras do segundo ano, Elenir, Maria Lima e Sirlei juntamente com as dentistas Paola e Milena e sua assistente Carla, apresentaram conceitos de higiene de uma maneira super lúdica; as professoras Marinêz e Rosemar fizeram um trabalho complexo envolvendo leitura, escrita e ilustração de dois livros, um com parlendas e outro com adivinhas e cartazes com provérbios e frases de parachoques de caminhões; os alunos dos professores Elias, Léia e Soninha apresentaram alimentos alternativos. Enfim, todos se compromissaram já que uma das filosofias da escola é “Respeito e Compromisso” e se isso não houvesse nossa Feira não teria sido tão maravilhosa. Faltou público? Faltou, a comunidade não está acostumada com esse tipo de trabalho, entretanto, no próximo ano veremos a repercussão que teve o primeiro e assim por diante e cada vez mais estaremos empenhados a proporcionar o melhor para a comunidade escolar. Amém!
Autora: Rosângela Ferreira Luz
Colaboradora Maria Ivanilda Milfont Saraiva Moreira
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Somos preconceituosos? Assuma!
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Reflexões...
Usamos máscaras para cada ambiente e para cada pessoa com que tratamos, é tão perigoso o uso dessas máscaras porque temo perder-me de mim e não saber mais quem sou, ou de me sentir violentada ao ter que usá-las, contrariando as minhas convicções e valores.
Uma amiga minha que eu costumo escutar e ponderar sobre o que ela me diz, sempre me orienta a ser “diplomática” ou “política”, só que, existem situações que me enojam e são nessas, as mais difíceis, que tenho que colocar aquela “cara de paisagem” e fingir que nada está acontecendo e que sou compreensiva e conivente com os mais absurdos disparates.
A máscara de mãe requer uma super heroína, forte, sempre pronta ali para dar colo e dizer as palavras certas para educar, para orientar, para defender a cria.
A máscara de esposa requer paciência, amor e concessões que, às vezes, fazem com que você deixe de ser você para viver a vida do outro e isso, eu sei bem, não vale a pena.
A máscara de filha precisa fazer com que a mãe se sinta útil, necessária para não magoá-las ou deixá-las pensar que não precisamos mais delas e precisamos sim, então mostramos fragilidade, indecisão e paciência com as limitações da idade.
A máscara de profissional exige que sejamos tolerantes com as diferenças, o que também significa conhecer as limitações das pessoas e saber que elas não estão nem aí para saná-las ou diminuí-las e que tudo de bom que você fizer é porque tem tempo ou não tem as mesmas responsabilidades que as outras pessoas, como se vivêssemos em outro planeta e o fato de querer fazer algo bem feito fosse uma escolha e não a coisa certa a se fazer.
Máscaras, máscaras, máscaras...
Às vezes é difícil vestir as máscaras quando queremos ser francos, ajudar ao outro, falar a verdade, dizer o que se pensa e o que se sente, entretanto são necessárias para os relacionamentos sociais, mas preciso dizer o que penso e aprender mais com quem possa me ensinar, preciso que entendam do que falo e que contribuam para crescermos juntos, preciso aprender o tempo todo e as pessoas não estão a fim de ensinar e nem de aprender, vestem suas máscaras, representam um papel e esquecem o que não lhes interessa.
Estou virando gente-bicho, não sei mais conversar banalidades, não encontro graça em piadas medíocres, desprezo a superficialidade.
Como vou me integrar no mundo outra vez?
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Nossa visita ao Teatro Municipal
Dia vinte e sete de agosto, nossos professores de Teatro Aristeo Serra Negra e Ana Flávia e estão aplicando um projeto durante o estágio de conclusão do curso de Artes Cênicas da UFGD, em que aproximam a linguagem, a desenvoltura a expressividade do teatro à criança e ao adolescente durante sua formação humana com oficinas de Teatro, oferecidas em aulas de uma hora e meia cada, duas vezes por semana. Atendem oito turmas e programaram uma surpresa para os alunos: eles foram ao Teatro Municipal conhecer cada canto, cada área e saber da função de cada espaço ali dentro, assistiram sentadinhos no palco aos atores Tiago e Aristeo Serra Negra (é ele sim, o professor) apresentando uma história com direito a mudança de figurino e interação das crianças no palco.Foi lindo!!!
A magia do teatro nos absorveu completamente, nós contemplávamos, extasiados, cada gesto, acompanhávamos cada palavra com medo de a magia terminar e voltarmos ao mundo real.
Foi um gesto magnânimo esse dos professores porque nossas crianças, em sua maioria, nunca tinham ido ao teatro, nunca tiveram em um ambiente tão bonito e é tão raro esse desprendimento, essa atenção, esse carinho ao próximo.
Que Deus abençoe cada passo em suas vidas (professores e crianças) para que mais gestos como esse sejam possíveis!
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Aula para meu amado, lindo, lindo, salve 6º A
Boa Sorte!!!
1) Ordenar palavras em ordem alfabética:
http://ludotech.eu/
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Visita dos alunos ao Teatro Municipal de Dourados MS
Nossa visita ao Teatro Municipal
Dia vinte e sete de agosto, nossos professores de Teatro Aristeo Serra Negra e Ana Flávia e estão aplicando um projeto durante o estágio de conclusão do curso de Artes Cênicas da UFGD, em que aproximam a linguagem, a desenvoltura a expressividade do teatro à criança e ao adolescente durante sua formação humana com oficinas de Teatro, oferecidas em aulas de uma hora e meia cada, duas vezes por semana. Atendem oito turmas e programaram uma surpresa para os alunos: eles foram ao Teatro Municipal conhecer cada canto, cada área e saber da função de cada espaço ali dentro, assistiram sentadinhos no palco aos atores Tiago e Aristeo Serra Negra (é ele sim, o professor) apresentando uma história com direito a mudança de figurino e interação das crianças no palco.Foi lindo!!!
A magia do teatro nos absorveu completamente, nós contemplávamos, extasiados, cada gesto, acompanhávamos cada palavra com medo de a magia terminar e voltarmos ao mundo real.
Foi um gesto magnânimo esse dos professores porque nossas crianças, em sua maioria, nunca tinham ido ao teatro, nunca tiveram em um ambiente tão bonito e é tão raro esse desprendimento, essa atenção, esse carinho ao próximo.
Que Deus abençoe cada passo em suas vidas (professores e crianças) para que mais gestos como esse sejam possíveis!
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Entre o quadro-negro e o data-show
Autor: Jairo Brasil VieiraData: 27/07/2009
Abuso é um vocábulo originário do latim "abusus" que indica um "comportamento inadequado ou excessivo." Segundo o dicionário Aurélio, o abuso significa "uso mau, excessivo ou injusto." Quando falo de abuso, também poderia falar de exagero, que no Aurélio tem como significação "coisa desmedida e que ultrapassa os limites." Mas para que serve sabermos o que é "abuso" ou "exagero"? Para mim, tudo que é aplicado de forma abusada ou exagerada, pode ser considerado um vício. E como vício, certamente não faz bem.
Todos nós docentes sabemos a transformação por que passa a educação na atualidade. Reconhecemos a teoria da Educação Bancária de Paulo Freire, e sabemos o quanto temos que usar de criatividade para instigar alunos na busca do conhecimento. E isso certamente depende de recursos pedagógicos inovadores. Tornar o ambiente de sala de aula interessante, de modo a que os alunos estejam constantemente motivados, não é fácil. As aulas expositivas cada vez mais devem ceder espaço à elaboração de pesquisas, projetos e à resolução de situações-problema. Pelo menos é isso que acredito ser nosso constante desafio, principalmente no ensino profissionalizante. Machado (2002) destaca que:
"...a formação escolar deve prover as pessoas de competências básicas, como a capacidade de expressão, de compreensão do que se lê, de interpretação de representações; a capacidade de mobilização de esquemas de ação progressivamente mais complexos e significativos nos mais diferentes contextos; a capacidade de construção de mapas de relevâncias das informaões disponíveis, tendo em vista a tomada de decisões, a solução de problemas ou o alcance de objetivos previamente traçados; a capacidade de colaborar, de trabalhar em equipe e, sobretudo, a capacidade de projetar o novo, de criar em um cenário de problemas, valores e circunstâncias no qual somos lançados e no qual devemos agir solidariamente." (p. 151-152)
Portanto, para ter sucesso nessa empreitada tão difícil, o docente deve recorrer a vários recursos em sala de aula. Se abusar ou exagerar na utilização de algum deles, seja o quadro-negro (ou lousa como queiram alguns) ou a mídia espetáculo da aula-show, estará sujeito a converter o ambiente no mais completo marasmo. Com isso, perdem a oportunidade de prover nossos discentes de competências básicas, tais como cita Machado (2002) acima. Nosso alunos devem ser motivados à leitura (interpretativa e crítica) e à discussão reflexiva, à resolução de problemas fazendo uso de suas experiências em consonância com a experiência trazida pelo professor.
Observa-se na maioria das Escolas um disputa acirrada pela reserva desses recursos multimidiáticos. Não que não seja uma forma pós-moderna de apresentar conteúdos, principalmente pela facilidade na exposição de imagens e no uso de um colorido que deixa o quadro-negro na pré-história. Mas convenhamos, o data-show não é um recurso exclusivo para atuação docente. Será que não temos outras alternativas tão interessantes quanto essa como forma de motivar nossos alunos na busca por competências? Muitas vezes, tanto a aula expositiva no quadro-negro pode ser desmotivadora quanto a aula expositiva no data-show. A única coisa que se modifica é o formato, pois o objetivo alcançado pode ser idêntico. Muitas vezes o uso do data-show, principalmente se utilizado no "escurinho do cinema", pode levar a uma malimolência extrema.
Celso Antunes em sua obra "Professores e Professauros", à qual recomendo, destaca que uma boa aula deve abrigar cinco atributos essenciais:
a) Protagonismo - Onde o aluno é o eixo do processo educacional e não um espectador com a função de ouvir.
b) Linguagem - Proporcionar um ambiente de aprendizagem que permita tanto com o professor quanto com os colegas, discussões, debates, interrogações, sugestões, análises e propostas.
c) Administração de Competências Essenciais - A sala de aula deve ser o palco central de estímulos a diferentes competências essenciais à aprendizagem, em busca de uma visão sistêmica.
d) Construção de Conhecimentos Específicos - Ligar o que se aprende ao que já se sabe, fazendo uma ponte entre o que se aprende e a vida que se vive.
e) Auto-avaliação - Descobrir que a aula foi um efetivo instrumento de transformação, uma mudança de estado entre o que se sabia antes de ela começar e o progresso posterior constatado.
Por tudo isso é necessário refletir se não estamos exagerando ou abusando no uso de algum tipo de recurso necessário à nossa prática docente. Não temos deixado de lado práticas importantes como a pesquisa na biblioteca, a elaboração e apresentação de trabalhos ou a resolução de situações-problema desafiadoras?
Prof. Jairo Brasil é Mestre em Educação pela Unisinos e docente em escolas técnicas profissionalizantes da região metropolitana de Porto Alegre.
Maria Cecília 8º B 2026
Agradeço com muito carinho o presente entregue pela aluna me parabenizando pelo oito de março , o Dia das Mulheres !👊🏾
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Ao lado está a foto da obra de Roseana Murray - Classificados poéticos - O livro é gostoso de se ler e ótimo para introduzir o tema em sala...