quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Somos preconceituosos? Assuma!

Hoje, conversando com minha santa mãe, sábia mulher, concluí que somos todos preconceituosos de alguma forma, por mais que acreditemos termos a mente aberta para tudo e todos. Compreendi, na minha visão de hoje, Penso isso hoje, amanhã não sei), que temos que praticar a tolerância, saber enrustir a negação do outro para vivermos em um ambiente harmônico. Minha filha estuda em uma escola particular e ontem, foi a abertura dos Jogos da Primavera da escola, sempre é um espetáculo o evento. Fomos eu , meu sogro (de coração), a Ana e minha filha. Ela foi se reunir com os coleguinhas de turma e no caminho, havia uns garotos de camisetão, boné, calças largas. Minha amiga disse que eles vieram para fazer alguma apresentação, eu já achei que era jovens da classe média com estilo de "mano". Era uma apresentação! E como professora coordenadora enxerida fui sondar como poderia agendar uma apresentação na escola em que trabalho. Consegui!!! Mas descobri também que fazem faculdade, moram em área nobre da cidade, uma realidade bem distante da que haviámos imaginado (pois quando soube que estavam lá para a apresentação, achei, como minha amiga, que fossem da periferia, com toda conotação que a palavra traz).
Simultaneamente ocorreu o episódio do governador do estado insultar o ministro do meio ambiente do país dizendo que: "Fulano é um veado, se ele vier aqui, vou estuprá-lo em praça pública". Choque... Estarreci! Pensei, meu Deus, é para convivermos com esta agressividade verbal que votamos? Com tanta baixeza sendo transmitida por via satélite para todo mundo? E se for homossexual, é defeito? Não é um problema de foro íntimo? A gente vê e escuta cada coisa e as crianças que escutam e não têm como filtrar o lado positivo da coisa?
O mundo anda carente de bons exemplos, para nós, adultos, renovar as esperanças de felicidade e paz, as crianças, para se espelharem, repetirem e aprimorarem os bons exemplos.
O preconceito é feio, divide em vez de somar, constrange em vez de descontrair, mata em vez de amar, humilha em vez de enaltecer. Viveríamos bem melhor, se aceitássemos como o Outro é e como somos. Você se aceita como é?

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Reflexões...


gifs em páginas
Máscaras sociais

Usamos máscaras para cada ambiente e para cada pessoa com que tratamos, é tão perigoso o uso dessas máscaras porque temo perder-me de mim e não saber mais quem sou, ou de me sentir violentada ao ter que usá-las, contrariando as minhas convicções e valores.
Uma amiga minha que eu costumo escutar e ponderar sobre o que ela me diz, sempre me orienta a ser “diplomática” ou “política”, só que, existem situações que me enojam e são nessas, as mais difíceis, que tenho que colocar aquela “cara de paisagem” e fingir que nada está acontecendo e que sou compreensiva e conivente com os mais absurdos disparates.
A máscara de mãe requer uma super heroína, forte, sempre pronta ali para dar colo e dizer as palavras certas para educar, para orientar, para defender a cria.
A máscara de esposa requer paciência, amor e concessões que, às vezes, fazem com que você deixe de ser você para viver a vida do outro e isso, eu sei bem, não vale a pena.
A máscara de filha precisa fazer com que a mãe se sinta útil, necessária para não magoá-las ou deixá-las pensar que não precisamos mais delas e precisamos sim, então mostramos fragilidade, indecisão e paciência com as limitações da idade.
A máscara de profissional exige que sejamos tolerantes com as diferenças, o que também significa conhecer as limitações das pessoas e saber que elas não estão nem aí para saná-las ou diminuí-las e que tudo de bom que você fizer é porque tem tempo ou não tem as mesmas responsabilidades que as outras pessoas, como se vivêssemos em outro planeta e o fato de querer fazer algo bem feito fosse uma escolha e não a coisa certa a se fazer.
Máscaras, máscaras, máscaras...
Às vezes é difícil vestir as máscaras quando queremos ser francos, ajudar ao outro, falar a verdade, dizer o que se pensa e o que se sente, entretanto são necessárias para os relacionamentos sociais, mas preciso dizer o que penso e aprender mais com quem possa me ensinar, preciso que entendam do que falo e que contribuam para crescermos juntos, preciso aprender o tempo todo e as pessoas não estão a fim de ensinar e nem de aprender, vestem suas máscaras, representam um papel e esquecem o que não lhes interessa.
Estou virando gente-bicho, não sei mais conversar banalidades, não encontro graça em piadas medíocres, desprezo a superficialidade.
Como vou me integrar no mundo outra vez?

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Nossa visita ao Teatro Municipal

Nossa visita ao Teatro Municipal
Dia vinte e sete de agosto, nossos professores de Teatro Aristeo Serra Negra e Ana Flávia e estão aplicando um projeto durante o estágio de conclusão do curso de Artes Cênicas da UFGD, em que aproximam a linguagem, a desenvoltura a expressividade do teatro à criança e ao adolescente durante sua formação humana com oficinas de Teatro, oferecidas em aulas de uma hora e meia cada, duas vezes por semana. Atendem oito turmas e programaram uma surpresa para os alunos: eles foram ao Teatro Municipal conhecer cada canto, cada área e saber da função de cada espaço ali dentro, assistiram sentadinhos no palco aos atores Tiago e Aristeo Serra Negra (é ele sim, o professor) apresentando uma história com direito a mudança de figurino e interação das crianças no palco.Foi lindo!!!
A magia do teatro nos absorveu completamente, nós contemplávamos, extasiados, cada gesto, acompanhávamos cada palavra com medo de a magia terminar e voltarmos ao mundo real.
Foi um gesto magnânimo esse dos professores porque nossas crianças, em sua maioria, nunca tinham ido ao teatro, nunca tiveram em um ambiente tão bonito e é tão raro esse desprendimento, essa atenção, esse carinho ao próximo.
Que Deus abençoe cada passo em suas vidas (professores e crianças) para que mais gestos como esse sejam possíveis!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Aula para meu amado, lindo, lindo, salve 6º A

É o seguinte: vocês vão clicar no link abaixo e começar o exercício número 1, quando terminar clique em VERIFICAR e, em seguida, se não tiver correções a fazer, no alto da página estará escrito PRÓXIMO EXERCÍCIO e repita o mesmo procedimento até encerrar todos os exercícios sobre Ordem Alfabética.

Boa Sorte!!!

1) Ordenar palavras em ordem alfabética:
http://ludotech.eu/

Nas letras da música

Nas letras das músicas *º ano A e B 2017 de Rosângela Ferreira Luz